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dc.contributor.advisorCorrea Neto, Atlas Vasconcelos-
dc.contributor.authorAlbuquerque, Guido Monteiro de-
dc.date.accessioned2019-10-25T12:17:01Z-
dc.date.available2019-10-27T03:00:19Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/10253-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDepósito Turmalinapt_BR
dc.subjectOuropt_BR
dc.subjectGreenstone Belt Pitanguipt_BR
dc.subjectGeoquímicapt_BR
dc.subjectModelamento Geológicopt_BR
dc.titleComparações geoquímicas entre os corpos "A' e "C" - Mina de Turmalina (Au), Pitangui (MG)pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9514776985789216pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2828194665730616pt_BR
dc.contributor.referee1Seaone, José Carlos Sícoli-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5256359048551589pt_BR
dc.contributor.referee2Soares, Mariana Brando-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5926805243226880pt_BR
dc.description.resumoO depósito aurífero Turmalina ocorre em rochas de idade arqueana do Greenstone Belt Pitangui, localizado na porção noroeste do Quadrilátero Ferrífero (QF), e é composto pelos alvos exploratórios A, B, C, Faina e Pontal. A estratigrafia da mina contempla unidades máfico-ultramáficas, vulcano-sedimentares e corpos ígneos intrusivos, metamorfisados em fácies anfibolito. São reconhecidos três conjuntos de sulfetos relacionados à dois estágios de mineralização aurífera. Os fluídos hidrotermais responsáveis pela mineralização no depósito de Turmalina derivam, possivelmente, da desidratação das rochas do Greenstone Belt, com contribuição de fluídos magmáticos durante a colocação do stock granítico. Aqui, investigamos esse depósito do ponto de vista geoquímico, através do uso de análises multi-elementares e de rocha total, além de modelamento geológico simplificado. Seis testemunhos de sondagem, representativos dos corpos A e C foram descritos para este trabalho, dos quais 95 intervalos mineralizados foram amostrados para análises multi-elementar. Os intervalos mineralizados correspondem ao quartzo-clorita xisto e biotita-clorita-quartzo xisto, cujo protólito corresponde predominantemente a basaltos subalcalinos, andesitos e rochas sedimentares. As análises mostram correlação positiva de Au com As, Ag, Bi, S, para ambos os corpos, sendo o corpo C mais rico em Ag e S que o corpo A. Cu e Co apresentam valores variados, porém mostram tendência positiva para o corpo C, sendo no geral mais ricos nesse corpo também. Te e Zn apresentam, em C, maiores concentrações e correlação positiva com Au, enquanto para o corpo A as concentrações desses elementos são baixas e não há trend. O ouro está preferencialmente ligado a arsenopirita, o que é reforçado pela correlação positiva nos dois corpos de Au com As e S. A relação do ouro com arsenopirita é uma diferença marcante entre o depósito Turmalina e o depósito São Sebastião, outro depósito aurífero hospedado em rochas do Greenstone Belt Pitangui. Esta diferença pode indicar processos mineralizantes distintos ocorrendo em rochas de natureza e idade similares.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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