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dc.contributor.advisorGeammal, Jeanine Torres-
dc.contributor.authorNogueira, Pedro Caetano Eboli-
dc.date.accessioned2019-11-05T14:50:33Z-
dc.date.available2023-12-21T03:01:49Z-
dc.date.issued2014-03-
dc.identifier.citationNOGUEIRA, Pedro Caetano Eboli. Proposta de mobiliário urbano faça-você-mesmo. 2014. 144 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Desenho Industrial - Projeto de Produto) - Escola de Belas Artes, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2014.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/10380-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMobiliário urbanopt_BR
dc.subjectUrbanismo táticopt_BR
dc.subjectDesenho industrialpt_BR
dc.titleProposta de mobiliário urbano faça-você-mesmopt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9651080634618650pt_BR
dc.description.resumoA forma centralizada como os espaços públicos vêm sendo planejados pelo governo burocratizado tem sido nociva para a criação do sentimento de comunidade, por desconsiderar a escala humana e as especificidades regionais. Em um contexto de crise da representatividade política, e em que as cidades se tornaram locais superpopulosos e cheios de problemas, surgem os Coletivos de Urbanismo Tático, que procuram pensar na construção da cidade como um processo coletivo e colaborativo, e no qual os cidadãos podem atuar diretamente. Para responder a estes anseios, o atual projeto se propõe a criar um mobiliário urbano faça-você-mesmo e representa-lo, passo-a-passo, em uma cartilha explicativa. Assim, ele pode ser construído por qualquer grupo ou Coletivo, contemplando também a comunidades pobres ou quaisquer outros locais que por ventura careçam deste tipo de equipamento. A ideia é que, realizada coletivamente, uma ação como essa pode servir como catalisador no processo de criação de um senso de comunidade, e ao empodera o cidadão, traz a política para o espaço público. Depois de uma ampla pesquisa colocando lado-a-lado ações de Urbanismo Tático, exemplos de open design/façavocê- mesmo, e de mobiliário urbano, foi realizado um questionário com sessenta coletivos do mundo inteiro, cujos resultados levaram à criação de bancos e cadeiras de praça. Seguindo as tendências do open design, foram projetadas duas versões de cada uma dessas tipologias: uma para corte em CNC e outra completamente façavocê- mesmo. Como solução projetual para a necessidade de um mobiliário que pudesse ser aplicado facilmente em diversas localidades, foi priorizada a modularidade. Para que ele ganhasse um caráter lúdico e mais próximo às questões conceituais levantadas junto aos coletivos, criou-se um arranjo de peças que o transforma em cadeiras/bancos de balanço.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Belas Artespt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DESENHO INDUSTRIAL::DESENHO DE PRODUTOpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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