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dc.contributor.advisorPondé, João Luiz Simas Pereira de Souza-
dc.contributor.authorRatti, Pablo de Souza-
dc.date.accessioned2020-04-09T18:45:14Z-
dc.date.available2020-04-11T03:00:11Z-
dc.date.issued2019-07-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/11748-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCiência da complexidadept_BR
dc.subjectEconomia da complexidadept_BR
dc.subjectSistema econômicopt_BR
dc.titleO sistema econômico sob a perspectiva da ciência da complexidadept_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3415371061361089pt_BR
dc.description.resumoO paradigma redutor estabeleceu a descrição mecânica do universo como a metodologia cientifica a ser seguida. Isto influenciou fortemente o posterior desenvolvimento de diversos campos de conhecimento. No entanto, após descobertas ao longo do século XIX e inicio do século XX, a universalidade deste método é posta em dúvida. É nesse contexto que surge a antítese do paradigma redutor, a ciência da complexidade. A abordagem neoclássica, desde as suas origens na Revolução Marginalista, adotou o paradigma redutor. Apesar de ter sido fundamental para o estabelecimento do pensamento econômico como ciência, tal abordagem se mostra inadequada para investigar a dinâmica do sistema econômico, devido a seu comprometimento com o pressuposto de que as interações entre os agentes geram necessariamente uma convergência para um estado de equilíbrio . Assim como a ciência da complexidade representa a antítese do paradigma redutor, a economia da complexidade representa a antítese da abordagem marginalista. O objetivo da abordagem complexa é investigar os processos e emergências do sistema econômico, característicos de sistemas que operam fora do estado de equilíbrio. Após discutir o desenvolvimento de uma abordagem da complexidade da ciência econômica, esta monografia faz um discussão de modelos que analisam as propriedades emergentes da dinâmica alocativa sob retornos crescentes:(i) existência de múltiplos equilíbrios; (ii) possíveis ineficiência, (iii) lock-in ; (iv) path dependence). Finalizando, são apontados suas implicações metodológicas para a crítica da abordagem marginalista/neoclássica.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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