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dc.contributor.advisorSanches, Heloisa Lajas-
dc.contributor.authorVieira, Chrislaine do Valle-
dc.date.accessioned2020-05-29T21:39:08Z-
dc.date.available2020-05-31T03:00:20Z-
dc.date.issued2020-02-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/12324-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSimulação de processospt_BR
dc.subjectÁgua de resfriamentopt_BR
dc.subjectCorrosãopt_BR
dc.titleInfluência da vazão de água na taxa de corrosão dos condensadores de uma coluna de produção de propenopt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2840875338255590pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3739160915907972pt_BR
dc.contributor.referee1Almeida, Karina Moita de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3225745934418542pt_BR
dc.contributor.referee2Mello, Afonso Carlos da Silva-
dc.description.resumoO desgaste nos tubos de trocadores de calor é um problema comum na indústria de petróleo e gás, bem como na indústria petroquímica mundial. A corrosão e a incrustação devido a água de resfriamento estão intimamente ligadas às variáveis críticas de operação da unidade como temperatura do fluído, composição e vazão da água, tipo de sistema de resfriamento, oxigênio dissolvido e velocidade do fluído. Neste estudo, foram realizadas simulações do comportamento de uma coluna de destilação para separação propano-propeno, a fim de analisar a relação entre a pressão de operação no topo da coluna e a vazão de água de resfriamento nos condensadores. Além disso, foram avaliados através de correlações empíricas os efeitos da velocidade de escoamento da água de resfriamento para a taxa de corrosão dos tubos desses condensadores. As simulações foram realizadas no simulador ASPEN PLUS e utilizaram a equação de estado de Peng-Robinson para os cálculos relativos ao equilíbrio de fases. Este modelo termodinâmico mostrou-se adequado para a descrição do sistema, uma vez que os valores das variáveis simuladas ficaram próximos dos dados de projeto. Os resultados mostraram que à medida que a pressão de operação diminui, a vazão e a velocidade do escoamento da água de resfriamento aumentam nos condensadores. A taxa de corrosão atingiu seu valor mínimo quando a pressão de operação na corrente de topo foi igual a 18,2 kgf/cm 2 e a velocidade da água de resfriamento nos tubos do condensador foi 1,52 m/s. Portanto, conclui-se que a torre de destilação consegue operar em pressões abaixo da atual (20,2 kgf/cm 2 ) sem perder a especificação de produto de topo e com isso. Essa alteração na operação possibilita uma maior velocidade de escoamento de água de resfriamento nos tubos dos condensadores e uma menor taxa de corrosão.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Químicapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA QUIMICApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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