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dc.contributor.advisorAguiar, Daniel Lima Marques de-
dc.contributor.authorSantos, Susana Priscila Cerqueira-
dc.date.accessioned2020-08-30T21:40:53Z-
dc.date.available2020-09-01T03:00:13Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.citationSANTOS, Priscila Cerqueira Santos, Estudo quanto-mecânico do uso de fármacos como potenciais inibidores de corrosão para esculturas de bronze. 2020. 61 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Conservação e Restauração) - Escola de Belas Artes, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/12998-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectConservação-Restauraçãopt_BR
dc.subjectCorrosãopt_BR
dc.subjectDFTpt_BR
dc.titleEstudo quanto-mecânico do uso de fármacos como potenciais inibidores de corrosão para esculturas de bronzept_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8696195502605413pt_BR
dc.description.resumoNo âmbito da história da arte, o bronze é a liga metálica (Cu, Sn) mais utilizada na manufatura de esculturas, sobretudo em função das suas propriedades como durabilidade e fácil manejo. No Brasil, mais especificamente no Rio de Janeiro durante os séculos XVII e XIX, houve grande produção de esculturas de bronze, de forma que ~65% das esculturas públicas da cidade da capital fluminense são feitas desse material. Apesar do material apresentar propriedades favoráveis ao processo escultórico, a oxidação/corrosão do bronze é um fenômeno natural, que pode ser acelerado por fatores extrínsecos à obra, e.g. temperatura, índice pluviométrico do local, além de fatores atmosféricos (salinidade, poluentes e umidade relativa). Uma alternativa para mitigar esse fenômeno oxidativo, em esculturas, é o uso de aditivos químicos chamados de anticorrosivos. Na atualidade, um dos inibidores de corrosão mais eficientes, e utilizados, para superfícies de bronze derivam dos benzotriazóis (BTA), mas, em função da sua elevada toxicidade, estas substâncias apresentam um risco ocupacional para conservadores- restauradores, além de serem ambientalmente hostis. Este estudo apresenta uma análise criteriosa e comparativa de fármacos potencialmente úteis para a proteção do patrimônio escultórico em bronze, investigados a partir de cálculos quanto-mecânicos, baseados na Teoria do Funcional de Densidade (DFT). Um total de 5 fármacos (cefadroxil, ibuprofeno, levetiracetam, metronidazol e nicotinamida) foram investigados em relação às suas geometrias moleculares e às energias dos seus orbitais de fronteira (HOMO/LUMO), que foram utilizadas para o cálculo de propriedades moleculares gerais, dureza global (η), maciez (σ), eletronegatividade (χ), potencial de ionização (I) e afinidade eletrônica (A). De acordo com o nível de teoria adotado neste trabalho (B3LYP/6-31G (d,p)) os resultados evidenciaram que, em relação ao BTAH, o melhor desempenho foi do ibuprofeno que obteve energia de 0,1904 eV enquanto o BTAH a energia é 1,4177 eV.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Belas Artespt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTESpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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