Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://hdl.handle.net/11422/1453
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorBraga, William Dias-
dc.contributor.authorFrança, Valter-
dc.date.accessioned2017-02-17T17:30:40Z-
dc.date.available2017-02-19T03:00:13Z-
dc.date.issued2006-06-28-
dc.identifier.citationFRANÇA, Valter. Onde estão os negros no telejornalismo: estratégias para o apagamento do preconceito racial no trabalho. 2006. 52 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação - Habilitação em Jornalismo) - Escola de Comunicação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2006.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/1453-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRepresentatividadept_BR
dc.subjectNegrospt_BR
dc.subjectTelejornalismopt_BR
dc.subjectRacismopt_BR
dc.titleOnde estão os negros no telejornalismo: estratégias para o apagamento do preconceito racial no trabalhopt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9766999581053753pt_BR
dc.contributor.referee1Cabral, Muniz Sodre de Araujo-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5048383145015647pt_BR
dc.contributor.referee2Ribeiro, Ana Paula Goulart-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2408262120718131pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho visa responder a uma pergunta que salta aos olhos todas as vezes que assistimos a um telejornal: onde estão os negros no telejornalismo? Muniz Sodré afirma que o negro sempre esteve limitado as funções chamadas “de cozinha”, no jargão jornalístico. E até que ponto essa ausência ajuda a perpetuar o ideal de inferioridade da raça negra, já que as pautas são influenciadas – e diria, prejudicadas – pela falta de uma visão diferente da que atualmente habita as redações. Em um país que tem mais de setenta milhões de negros, não é possível que Heraldo Pereira tenha sido o primeiro o negro a ancorar o Jornal Nacional – assistido por mais de noventa milhões de brasileiros – depois de trinta e cinco anos de existência do telejornal. Ricardo Alexino e Joel Zito lembram que a visão de si mesmo ajuda a moldar o caráter. Se é assim, como as novas gerações de afro-descendentes podem se conceber se o espelho moderno, na era da imagem por excelência não o representa? Para responder a esta questão, começarei por descrever o percurso histórico da raça negra em terras tupiniquins, destacando leis e outros dispositivos menos válidos para submeter o negro ao poder do senhor europeu. Duas cidades são destacadas por serem as principais receptoras dos cerca de 75 milhões de africanos que chegaram ao Brasil na condição de escravos e segundo por sua importância política como ex-capitais nacionais. Outra linha de estudo será das idéias, e dos discursos que as justificam, que conduzem à desvalorização dos indivíduos de pele escura. Começaremos no fim do século XVIII, período que Todorov considera o marco do início das idéias racialistas, a Época das Luzes. Trazendo a análise do discurso para mais perto, analisaremos expoentes da cultura brasileira como Joaquim Nabuco, um dos principais defensores da Abolição, e de Gilberto Freyre, mentor do mito da igualdade racial, que, como veremos, não passa de uma ideologia de branqueamento da população. Ideal que a pesquisa mostrará permanece dentro das redações, dentro dos chamados “formadores de opinião ou, mais exageradamente, do quarto poder, já que segundo dados do RAIS, do Ministério do Trabalho, apenas 1,16% dos quase 2.600 jornalistas que responderam ao questionário na cidade do Rio de Janeiro são negros. Se declararam brancos 73% e não responderam o quesito cor um pouco mais de 17%. Na cidade onde fica a sede da maior empresa de jornalismo do país poucos são os afro-descendentes que circulam pela redação. E este é o estudo de caso. Analiserei o canal de jornalismo 24 horas Globonews. A pesquisa constatou que dos 128 jornalistas que trabalham nas principais funções editorais – editores de texto, redatores, produtores, apresentadores e repórteres - apenas 2,34% são negros . Com a análise do discurso, da história e o estudo de caso acredito contemplar todas as faces da questão.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Comunicaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO::JORNALISMO E EDITORACAOpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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