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dc.contributor.authorMachado, Deusana Maria da Costa-
dc.contributor.authorSiciliano, Mell Longuinho André-
dc.contributor.authorRodriguez, Mônica Rebelo-
dc.contributor.authorVieira, Flávia C. Costa-
dc.contributor.authorFigueiredo, Ranielle Menezes de-
dc.date.accessioned2021-07-15T17:05:16Z-
dc.date.available2021-07-17T03:00:14Z-
dc.date.issued2020-11-
dc.identifier.citationMACHADO, Deusana Maria da Costa et al. Patrimônio geológico: uma indissociabilidade entre geo/biodiversidade, patrimônio e cultura. In: SIMPÓSIO CIENTIFICO DO ICOMOS BRASIL, 4., 2020, Rio de Janeiro, RJ.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/14546-
dc.description.abstractThe relationship between society and the environment, the latter often being synonymous with nature, as opposed to culture, promotes changes in space and landscapes over time, involving culture, which has become the link between the historicity of a society and its development. Human beings are modifiers of their physical (geodiversity) and biological (biodiversity - of which they are a part) environments, enabling them to appropriate and modify the space they occupy. Over time, this relationship has allowed the appearance of human actions combined with the intrinsic characteristics of the environment and its historical trajectory. In this way, diverse landscapes were created, with the earth's surface as their substrate. Undoubtedly, one can relate many of the diversities of landscapes to the existence of cultural diversity, which provides a range of symbolic representations to natural landscapes, transforming them into cultural landscapes. However, these transformations do not occur only by the relationship between human beings and the environment, but also by the relationships between the human community itself. Therefore, many of the concepts discussed here, such as landscape, culture, nature, geodiversity, and heritage, are polysemic and interdependent on human culture and history. For discussion, some conservation areas, where the very conception is already a heritage valuation, were analyzed to exemplify the inseparability between geodiversity, heritage and culture. A first example is the Araripe GeoPark, where the very concept of geopark is linked to geodiversity, local development and society participation. Another example would be the Vila Velha State Park, conceived by the carved blocks and the furnaces in the sandstones of the Vila Velha Formation, where the names are given relative to cultural conceptions (boot, bottle, cup, camel, etc.). Very direct relationships of geodiversity, heritage, and culture are seen in the Wa-o-tapu geothermal park in Rotorua, New Zealand, where the Maori people use this geological environment to cook and transform geodiversity. In the Mamirauá Development Reserve, home to a large number of endemic species and a place for the management and trade of pirarucu (Amazonian fish), it is an area of riverside dwellers and users of the surroundings, promoting a socioeconomic dynamic. In this way, the interrelation between human beings and the environment can serve as a strategy for geoconservation and conception of the concept of geological heritage, because this favors a cycle of awareness of conservation and apprehension of the balance between the abiotic and biotic factors, in its most diverse aspects. There is always a direct influence between these factors, caused by human changes and impacts on space, and space interferences on cultural diversities. Therefore, one should not disassociate geodiversity, landscape and geological heritage from their historical, social and cultural contextualization.en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherConselho Internacional de Monumentos e Sítiospt_BR
dc.relation.ispartofSimpósio Cientifico do ICOMOS Brasilpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.uriAn error occurred getting the license - uri.*
dc.subjectPatrimôniopt_BR
dc.subjectPatrimônio geológicopt_BR
dc.subjectGeologiapt_BR
dc.subjectGeodiversidadept_BR
dc.subjectHeritageen
dc.subjectGeological heritageen
dc.subjectGeologyen
dc.subjectGeodiversityen
dc.titlePatrimônio geológico: uma indissociabilidade entre geo/biodiversidade, patrimônio e culturapt_BR
dc.title.alternativeGeological heritage: a indissociability geo/biodiversity, heritage and cultureen
dc.typeResumo publicado em eventopt_BR
dc.description.resumoA relação da sociedade com o meio ambiente, sendo muitas vezes esse último sinônimo de Natureza, em oposição à cultura, promove mudanças no espaço e nas paisagens ao longo do tempo, envolvendo a cultura a qual se tornou a ligação entre a historicidade de uma sociedade e seu desenvolvimento. O ser humano é um agente modificador de seu meio físico (geodiversidade) e biológico (biodiversidade- da qual faz parte), possibilitando apropriar-se e modificar o espaço ocupado. Essa relação permitiu que por um longo período de tempo fossem aparecendo ações humanas combinadas com as características intrínsecas do meio e de sua trajetória histórica. Dessa maneira, foram criadas diversas paisagens, tendo a superfície terrestre como substrato. Sem dúvida pode-se relacionar muitas das diversidades de paisagens à existência de diversidade cultural, a qual fornece uma gama de representações simbólicas ás paisagens naturais transformando-as em paisagens culturais. Entretanto, essas transformações não se dão apenas pela relação ser humano e meio ambiente, mas também pelas relações entre a própria comunidade humana. Por isso, muitos dos conceitos aqui abordados, como paisagem, cultura, natureza, geodiversidade e patrimônio, são polissêmicos e interdependentes da cultura e da história humana. Para discussão, algumas áreas de conservação, onde a própria concepção já é uma valorização patrimonial, foram analisadas para exemplificar a indissociabilidade entre geodiversidade, patrimônio e cultura. Um primeiro exemplo está no GeoPark Araripe, onde o próprio conceito de geoparque está atrelado á geodiversidade, desenvolvimento local e participação da sociedade. Outro exemplo seria o Parque Estadual de Vila Velha, concebido pelos blocos esculpidos e pelas furnas nos arenitos da Formação Vila Velha, sendo os nomes dados relativos às concepções culturais (bota, garrafa, taça, camelo, etc.). Relações bem diretas da geodiversidade, patrimônio e cultura são vistas no parque geotermal Wa-o-tapu, em Rotorua, Nova Zelândia, onde o povo Maori se utiliza desse ambiente geológico para cozinhar e transformar a geodiversidade. Na Reserva de Desenvolvimento Mamirauá, abrigando grande número de espécies endêmicas e lugar de manejo e comércio do pirarucu (peixe da Amazônia), é uma área de habitação de ribeirinhos e usuários de entorno, promovendo uma dinâmica socioeconômica. Dessa maneira, a inter-relação ser humano e meio ambiente pode servir como estratégia de geoconservação e concepção do conceito de patrimônio geológico, pois isso favorece um ciclo de conscientização da conservação e apreensão do equilíbrio entre os fatores abióticos e bióticos, nas suas mais diversificadas vertentes. Há sempre uma influência direta entre esses fatores, provocado pelas mudanças e impactos humanos no espaço, e interferências do espaço sobre as diversidades culturais. Por isso, não se deve desassociar a geodiversidade, paisagem e patrimônio geológico de sua contextualização histórica, social e cultural.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentSistema de Bibliotecas e Informaçãopt_BR
dc.publisher.initialsICOMOS Brasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::MUSEOLOGIApt_BR
dc.citation.issue4pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
Appears in Collections:Ciências Sociais Aplicadas



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