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dc.contributor.advisorCoelho, Leonardo Rocchetto-
dc.contributor.authorBatista, Yan Rodrigues de Oliveira Moura-
dc.date.accessioned2022-07-01T15:28:49Z-
dc.date.available2023-12-21T03:09:02Z-
dc.date.issued2022-03-10-
dc.identifier.citationBATISTA, Y. R. de O. M. (2022). Linhagens de Staphylococcus aureus resistentes à meticilina envolvidas em infecções na corrente sanguínea em pacientes internados em hospitais do Grande Rio e Região Serrana, no período de 2016 a 2018 [Trabalho de Conclusão de Curso, Universidade Federal do Rio de Janeiro]. Repositório Institucional Pantheon.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/17481-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectStaphylococcus aureus resistente à meticilinapt_BR
dc.subjectCélulas clonaispt_BR
dc.subjectTipagem de sequências multilocuspt_BR
dc.subjectCirculação sanguíneapt_BR
dc.subjectInfecçõespt_BR
dc.subjectMethicillin-resistant staphylococcus aureuspt_BR
dc.subjectClone cellspt_BR
dc.subjectMultilocus sequence typingpt_BR
dc.subjectBlood circulationpt_BR
dc.subjectInfectionspt_BR
dc.titleLinhagens de Staphylococcus aureus resistentes à meticilina envolvidas em infecções na corrente sanguínea em pacientes internados em hospitais do Grande Rio e Região Serrana, no período de 2016 a 2018pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1186294628366785pt_BR
dc.contributor.advisorCo1Carvalho, Bernadete Teixeira Ferreira-
dc.contributor.referee1Marval, Marcia Giambiagi de-
dc.contributor.referee2Martini, Caroline Lopes-
dc.contributor.referee3Viana, Alice Slotfeldt-
dc.contributor.referee4Pinto, Tatiana de Castro Abreu-
dc.description.resumoStaphylococcus aureus é um microrganismo comum na microbiota humana, colonizando principalmente as narinas anteriores e outras regiões do hospedeiro, como a pele. Porém, estudos apontam S. aureus resistente à meticilina (MRSA) como um dos principais agentes envolvidos em bacteremias no ambiente nosocomial. Um dos aspectos mais intrigantes da epidemiologia e evolução de MRSA é a estrutura clonal de sua população, tornado complexa a identificação de linhagens. Adicionalmente, MRSA pode sofrer alternância clonal. Tal fenômeno ocorre quando um clone de MRSA substitui outro anteriormente prevalente, em uma determinada região. No Rio de Janeiro, o BEC (clone epidêmico brasileiro; linhagem ST239(CC8)-SCCmecIII) foi o primeiro clone de MRSA descrito. Posteriormente, um clone relacionado ao USA400 (ST1(CC1)-SCCmecIV) suplantou o BEC em pelo menos 03 hospitais do Rio de Janeiro. Mais recentemente, estudos demonstraram a emergência no país, incluindo no Rio de Janeiro, de cepas de MRSA relacionadas aos clones NY/Japan (ST5(CC5)-SCCmecII) e pediátrico (ST5(CC5)-SCCmecIV). O objetivo deste trabalho foi analisar amostras de MRSA isoladas de bacteremias de pacientes internados em hospitais do Grande Rio e Região Serrana, visando avaliar a linhagem predominante em bacteremias. As cepas de MRSA foram identificadas como S. aureus através dos testes de rotina. Para a caracterização molecular dos complexos clonais (CC) de MLST utilizamos os testes de restrição e modificação (testes RM) e a tipagem de SCCmec. O teste de susceptibilidade aos antimicrobianos foi realizado utilizando o VITEK-2, um teste automatizado. Nossos resultados demonstraram um claro predomínio da linhagem CC5-SCCmecII (78,4%; n=58/74), a qual foi isolada em 18 dos 23 (78,3%) hospitais analisados. A segunda linhagem mais frequente foi CC5-SCCmecIV (17,6%; n=13/74) que foi detectada em 9 hospitais (12,2%). A linhagem CC1-SCCmecIV, anteriormente prevalente em hospitais do Rio de Janeiro, apareceu somente em uma amostra. Também foram isoladas uma amostra CC30-SCCmecIV e outra CC8-SCCmecIV, relacionadas aos clones de CA-MRSA conhecidos como OSPC (Oceania-Southwest Pacific) e USA300; respectivamente. Também importante é o fato de que amostras de MRSA predominantes em bacteremias (CC5-SCCmecII) apresentaram maior frequência de multirresistência aos antimicrobianos. Uma das amostras multirresistentes CC5-SCCmecII apresentou também resistência à vancomicina e teicoplanina pelo VITEK-2; porém, o tipo de resistência (VISA ou VRSA) ainda necessita ser caracterizado. Portanto, nossos dados apontam para a presença de um clone predominante em bacteremias em hospitais da cidade do Rio e adjacências, em amostras obtidas no período de 2016 a 2018. Tais dados corroboram estudos prévios, de nosso grupo, que apontaram cepas do clone ST105(CC5)-SCCmecII como as mais frequentes em bacteremias nesta região; porém, os dados anteriores, foram obtidos de amostras de diferentes origens (sangue e outros sítios), sendo também a maioria, de anos anteriores àquelas aqui estudadas. Assim, a partir desses dados é relevante se pesquisar o porquê do predomínio dessa linhagem em bacteremia nesta região. É ainda de suma importância avaliar o seu potencial patogênico, bem como verificar se as mesmas são capazes de agravar o prognóstico das bacteremias por MRSA em hospitais desta região.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Microbiologia Paulo de Góespt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::MICROBIOLOGIApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::IMUNOLOGIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
Appears in Collections:Ciências Biológicas - Microbiologia e Imunologia

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