Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11422/1862
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dc.contributor.advisorKuperman, Priscila de Siqueira-
dc.contributor.authorSantiago, Maria Cecília Leão-
dc.date.accessioned2017-04-28T15:01:06Z-
dc.date.available2017-04-30T03:00:09Z-
dc.date.issued2008-12-04-
dc.identifier.citationSANTIAGO, Maria Cecilia Leão. A manipulação da informação e a geração 68. 122 f. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação - Habilitação em Jornalismo) - Escola de Comunicação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2008.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/1862-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDitadura militarpt_BR
dc.subjectJovenspt_BR
dc.subjectO Globo (jornal)pt_BR
dc.subjectMemória socialpt_BR
dc.titleA manipulação da informação e a geração 68pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2372370088546263pt_BR
dc.contributor.referee1Strozenberg, Ilana-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0352176322106482pt_BR
dc.contributor.referee2Bastos, Rogério Lustosa-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9754741301940547pt_BR
dc.description.resumoEsta monografia torna-se um exercício pela luta do não esquecimento de uma época em que os jovens, acima de tudo, acreditavam no futuro e na capacidade humana de transformação da realidade social. Os jovens de 68 abriram caminhos para um país democrático e livre das torturas físicas e psicológicas praticadas pelos governos ditatoriais. E por fazer questão de lembrar dessas pessoas, as quais lutaram por melhorias sociais, a aluna aliou-se aos fatos históricos realizando uma transdisciplinariedade. Para alcançar uma reflexão sobre o que levou uma geração ser tão combativa, foi preciso também analisar os acontecimentos políticos que antecederam a 1968. O que faria jovens serem tão dispostos a dar própria vida pela revolução? O trabalho esclarece os impasses que, tanto a grande mídia, quanto a mídia alternativa, tiveram que enfrentar durante o período militar. São relatados os métodos de censura, as arbitrariedades através de perseguições e prisões de jornalistas, e as medidas de controle que iam além das auditorias financeiras. Foi analisado o posicionamento do jornal O Globo, a partir da leitura de matérias dos anos de 1968 e 1969. Dessa forma, foi possível compreender o papel da mídia na elaboração de uma realidade e, sobretudo, o seu papel na construção da memória social.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Comunicaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO::JORNALISMO E EDITORACAOpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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