Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11422/18704
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorSantos, Renato Emerson Nascimento dos-
dc.contributor.authorSeverino, Anthony Matos-
dc.date.accessioned2022-09-22T15:38:16Z-
dc.date.available2023-12-21T03:09:23Z-
dc.date.issued2022-08-16-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/18704-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCais do Valongo (Rio de Janeiro, RJ)pt_BR
dc.subjectPatrimônio culturalpt_BR
dc.subjectBens culturaispt_BR
dc.subjectNegrospt_BR
dc.subjectTerritóriopt_BR
dc.subjectRio de Janeiro (RJ)pt_BR
dc.titlePatrimônios em disputa: uma análise dos bens tombados na Pequena África, Rio de Janeiropt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7260305303021981pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3287127130751409pt_BR
dc.contributor.referee1Albinati, Mariana Luscher-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8924459220420292pt_BR
dc.contributor.referee2Silva Júnior, Luis Régis Coli-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8558431781309590pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho é fruto do projeto de pesquisa “Pequena África versus Porto Maravilha: disputas de lugar e resistências ao branqueamento do território”, vinculado ao Núcleo de Estudos e Pesquisas em Geografia, Relações Raciais e Movimentos Sociais (NEGRAM/IPPUR/UFRJ). Este projeto analisa os repertórios de ação das reivindicações e lutas do Movimento Negro contra apagamentos de memórias históricas negras neste território localizado no Centro do Rio de Janeiro, berço da cultura e da sociabilidade negra e popular do passado e do presente. Um desses instrumentos mobilizados pelo movimento social, desde o tombamento da Pedra do Sal pelo INEPAC em 1987, é a patrimonialização de bens vinculados à memória negra. Pela sua importância, tal ferramenta na construção de identidade e representação é reivindicada pelo Movimento Negro e outros atores sociais, que buscam, através da salvaguarda desses patrimônios culturais, o reconhecimento e valorização deste lugar como um território negro de luta antirracista. É a partir disso que surge o objetivo deste trabalho, que buscou investigar nos patrimônios tombados na região, aqueles que se enquadram como patrimônios vinculados à cultura e herança africana e afro-brasileira neste lugar de memória negra. Para isto, foi utilizada como estratégia metodológica uma pesquisa básica, de abordagem quantitativa e qualitativa, com uma classificação quanto aos seus objetivos na forma exploratória e descritiva, procurando através do levantamento, mapeamento, análise cronológica e de conteúdo, atender ao objetivo proposto. Foram analisados 177 bens tombados, que se distribuíram sob a tutela do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Instituto Estadual de Patrimônio Cultural (INEPAC) e Instituto Rio Patrimônio Humanidade (IRPH), sendo 11 desses bens (cerca de 9,6%) classificados como patrimônios negros, número aquém do ideal, dada a proporção e a significância da Pequena África e sua rica e importante história. Nesse sentido, coadunando-se ao resultado quantitativo desses patrimônios negros, foram construídos mapas que buscaram apresentar a configuração geral dessa distribuição dos bens tombados neste espaço. Além disso, destacaram-se alguns debates sobre casos específicos desses bens culturais negros levantados, a exemplo da Passarela do Samba e suas tensões, e, por fim, buscou-se adentrar no campo da comparação desses bens negros tombados com os pontos do Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana (Decreto Municipal n° 34.803) e também os pontos do Circuito Histórico da Pequena África (Lei estadual 8.105 de 2018). Caminhamos, a partir desses resultados, para responder a nossa questão/hipótese principal. Compreendendo a partir de Anderson (2008) o censo, mapa e museu como instituições de poder que interligadas são mobilizadas na construção identitária dos Estados de formação colonial, podemos apontar que há nas patrimonializações da Pequena África um processo de branqueamento cultural e da imagem do território (SANTOS et al., 2017), compreendidos como apagamentos de referências vinculadas a grupos não-brancos? Concluímos que sim, sendo este branqueamento territorial um retrato das diversas intervenções e tentativas de apagamento da narrativa e memória negra da região, como citado neste trabalho, principalmente a partir do século XIX até recentemente, com as obras do projeto do Porto Maravilha.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regionalpt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL::FUNDAMENTOS DO PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL::HISTORIA URBANApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
Appears in Collections:Gestão Pública para o Desenvolvimento Econômico e Social

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
AMSeverino.pdf1.57 MBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.