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dc.contributor.advisorAmaral, Marcio Tavares d'-
dc.contributor.authorEstarque, Marina Mendonça-
dc.date.accessioned2017-05-22T20:29:44Z-
dc.date.available2017-05-24T03:00:14Z-
dc.date.issued2008-12-04-
dc.identifier.citationESTARQUE, Marina Mendonça. A comunicação na Comissão para Verdade e Reconciliação na África do Sul. 2008. 130 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação - Habilitação em Jornalismo) - Escola de Comunicação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2008.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/2060-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectComunicaçãopt_BR
dc.subjectConflito socialpt_BR
dc.subjectMemória coletivapt_BR
dc.titleA comunicação na Comissão para Verdade e Reconciliação na África do Sulpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7322409196325122pt_BR
dc.contributor.referee1Vaz, Paulo Roberto Gibaldi-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5987778390189807pt_BR
dc.contributor.referee2Lissovsky, Mauricio-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8617902192670705pt_BR
dc.description.resumoAnálise do papel da comunicação na mediação de conflitos dentro do contexto da Comissão para a Verdade e Reconciliação na África do Sul do pós-apartheid. Foi através da comunicação que memórias traumáticas e subterrâneas puderam ser expressas em palavras na esfera pública, contribuindo para a construção de uma História oficial mais justa. Os crimes monstruosos do regime foram confessados e a capacidade humana para o mal, exposta. A manifestação destas novas “verdades” possibilitou o processo de reconciliação nacional, promovido através do diálogo com o inimigo. A comunicação não foi somente a ferramenta por excelência da verdade e da reconciliação, ela ofereceu vocabulários e símbolos que facilitaram a emergência de novos sujeitos capazes de perdoar e interromper o ciclo de vingança. Este trabalho vai, portanto, entender a Comissão como uma experiência essencialmente de comunicação voltada para a criação de uma identidade e unidade nacionais, bem como uma cultura preventiva de respeito aos direitos humanos.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Comunicaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO::JORNALISMO E EDITORACAOpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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