Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11422/2119
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dc.contributor.advisorLuz, Cristina Rego Monteiro da-
dc.contributor.authorSantos, Bárbara Regina Carvalho dos-
dc.date.accessioned2017-05-30T19:26:05Z-
dc.date.available2017-06-01T03:00:13Z-
dc.date.issued2009-06-25-
dc.identifier.citationSANTOS, Bárbara Regina Carvalho dos. Transmissões ao vivo: estudo de caso do sequestro do ônibus 174. 2009. 111 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação - Habilitação em Jornalismo) - Escola de Comunicação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2009.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/2119-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTransmissão ao vivopt_BR
dc.subjectSequestropt_BR
dc.subjectÔnibus 174pt_BR
dc.titleTransmissões ao vivo: estudo de caso do sequestro do ônibus 174pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9845102367219960pt_BR
dc.contributor.referee1Soares, Augusto Gazir Martins-
dc.contributor.referee2Castro, Paulo César-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4482415757591851pt_BR
dc.description.resumoAnalisar elementos constitutivos da linguagem do telejornalismo ao vivo e investigar os limites dessa prática. A proliferação de veículos de comunicação, sobretudo na Internet, e a competição travada entre eles evidencia que a velocidade da informação é uma tendência cada vez mais presente na sociedade atual. Decompor o telejornalismo ao vivo em todos os seus elementos permite conhecer melhor o seu processo de produção e funcionamento. Os pontos positivos e as fragilidades do “ao vivo” podem ser detectados a partir da comparação da teoria dos manuais de telejornalismo com a prática das redações e com o material que vai ao ar, sobretudo em uma emissora de jornalismo 24 horas, como é o caso da Globo News. Partindo de alguns estudos de caso, principalmente da cobertura do sequestro do ônibus da linha 174, em 2000, no Rio de Janeiro, procura-se verificar até que ponto a realidade (o acontecimento em si) é captada numa cobertura ao vivo e até que ponto a presença de câmeras para que a transmissão ao vivo seja feita interfere no acontecimento. O estudo adquire importância diante da crescente exigência de imediatismo no noticiário, sobretudo dos canais all news, e da valorização cada vez maior da presença do “ao vivo” nos telejornais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Comunicaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO::JORNALISMO E EDITORACAOpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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