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dc.contributor.advisorAcosta, Luis Eduardo Acosta-
dc.contributor.authorSilva, Miriã Aguiar da-
dc.date.accessioned2023-11-22T21:45:10Z-
dc.date.available2023-12-21T03:00:55Z-
dc.date.issued2022-01-01-
dc.identifier.citationSILVA, Miriã Aguiar da. “Questão social” no Brasil: uma análise de suas manifestações no trânsito entre o trabalho escravizado e a generalização do trabalho livre. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Serviço Social) - Escola de Serviço Social, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2022.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/22110-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTrabalho escravopt_BR
dc.subjectCapitalismopt_BR
dc.subjectPolítica socialpt_BR
dc.title“Questão social” no Brasil: uma análise de suas manifestações no trânsito entre o trabalho escravizado e a generalização do trabalho livrept_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.referee1Pereira, Gênesis de Oliveira-
dc.contributor.referee2Rocha, Mirela Farias-
dc.description.resumoA proposta deste trabalho é de analisar as expressões da “questão social” no Brasil no século XIX, especialmente a partir de sua segunda metade, momento de trânsito entre o trabalho escravizado e o trabalho livre e da constituição de um mercado tipicamente capitalista no Brasil, período onde importantes transformações políticas, econômicas e sociais ocorriam na região urbana das principais cidades do país. Ao identificar as formas de autoproteção, solidariedade, luta e resistência dos trabalhadores livres, libertos e escravizados – nacionais e estrangeiros – que despontaram naquele estágio como expressões da “questão social”, é considerada a relevância de sua análise para a compreensão da gênese da “questão social” no Brasil, haja vista suas distintas determinações, sejam políticas, econômicas, étnico-raciais, culturais, entre outras, e para a necessidade de incorporar na historiografia da formação da classe trabalhadora brasileira, sobretudo nas concepções teórico-políticas existentes no interior do Serviço Social, aspectos que possam englobar segmentos e características que não se limitem ao trabalhador imigrante europeu fabril. O trabalho é baseado no referencial materialista dialético marxiano de investigação dos processos históricos, tendo como metodologia a pesquisa e interpretação de material bibliográfico de fonte secundária a fim de resgatar parte da historiografia do mercado de trabalho urbano, principalmente na cidade do Rio de Janeiro, da formação da classe trabalhadora e de suas primeiras experiências organizativas de autoproteção, solidariedade, luta e resistência. Conclui-se que o exercício de caracterizar a “questão social” no Brasil deve envolver a articulação de suas múltiplas determinações com as particularidades históricas em que o capitalismo se desenvolveu no país, ou seja, considerando o processo de formação de uma classe trabalhadora heterogênea e plural – multirracial e culturalmente diversificada –, a significância e legitimidade política das diversas formas de solidariedade, organização, luta e resistência “não tradicionais” próprias da classe trabalhadora em um momento histórico onde o trabalho livre e escravizado coexistiam, bem como tendo em conta o projeto de nação formulado e veiculado pelas classes dominantes.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Serviço Socialpt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::SERVICO SOCIALpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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