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dc.contributor.advisorBrandão , Silvia Figueiredo-
dc.contributor.authorOliveira, Isabella Barreto Meneses-
dc.date.accessioned2024-01-22T21:10:06Z-
dc.date.available2024-01-24T03:00:18Z-
dc.date.issued2023-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/22386-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectLíngua portuguesapt_BR
dc.subjectVariaçãopt_BR
dc.subjectAngolapt_BR
dc.subjectVogais médiaspt_BR
dc.titleVogais médias pretônicas na fala de Luanda: um estudo introdutóriopt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4418246461990211pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0549492766734031pt_BR
dc.description.resumoEsta pesquisa propõe-se a analisar, com base em um corpus reduzido, o comportamento das vogais médias pretônicas no Português de Angola (PA), com o propósito de, principalmente, observar possíveis restrições de caráter linguístico e/ou social determinantes para a ocorrência das variantes altas nesse contexto. Estudos já realizados sobre o tema em variedades africanas (Nascimento, 2018; Passos, 2022) demonstram que, em contexto pretônico, predominam as variantes médio-altas [e] e [o], secundadas pelas altas [i] e [u]. Como, a princípio, o PE é considerado de referência dessas variedades e não há, até o momento, pesquisas sobre essa variável no Português de Angola (PA), surgiu a necessidade desta breve investigação de natureza qualitativo-quantitativa e de caráter exploratório, pautada nos procedimentos metodológicos da Sociolinguística Variacionista. Para tanto, selecionaram-se dados de quatro entrevistas do tipo DID (Diálogo entre Informante e Documentador) do corpus do Projeto “Em busca das raízes do português brasileiro: estudos morfossintáticos”, da UFFS, com indivíduos de nível fundamental de instrução, dois falantes de Português como L1 e dois como L2, distribuídos por sexo e duas faixas etárias (18-35 e 56-75 anos). Obteve-se um total de 200 dados, 100 referentes a /e/ e 100 a /o/. A análise se deu a partir do controle de sete variáveis estruturais, três variáveis sociais e comentários acerca da frequência de itens lexicais. Os percentuais de alteamento obtidos nas séries anterior e posterior (respectivamente 18% e 30%) permitem formular a hipótese, a ser confirmada em pesquisa baseada em um maior número de dados, da tendência à manutenção do timbre médio-alto em contexto pretônico no Português de Angola (PA). Os resultados sugerem, ainda, ser relevante controlar a performance do indivíduo, tendo em vista o caráter multilíngue da sociedade angolana.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Letraspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LINGUA PORTUGUESApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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