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dc.contributor.advisorLicha, Antonio Luis-
dc.contributor.authorLourenço, Guilherme Delarue de Souza-
dc.date.accessioned2017-06-26T18:08:59Z-
dc.date.available2017-06-28T03:00:14Z-
dc.date.issued2011-04-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/2305-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPlano Realpt_BR
dc.subjectPolítica monetáriapt_BR
dc.subjectTaxa de câmbiopt_BR
dc.subjectMercado externopt_BR
dc.subjectMercado internopt_BR
dc.titleOs determinantes da taxa de câmbio no Brasil de 1994 a 2002pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2371383684105308pt_BR
dc.contributor.referee1Gutierrez, Margarida Maria Gomes Pereira Sarmiento-
dc.contributor.referee2Bastian, Eduardo de Figueiredo-
dc.description.resumoFocaliza a fase que vai desde a implementação do Plano Real em 1994 até o fim do segundo mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso. A análise gira em torno dos principais determinantes da taxa de câmbio do período, analisando-se as principais decisões da política monetária e cambial. Desde os precedentes do início do Plano, o câmbio se tornou o foco principal do governo e o seu estudo se faz imprescindível. O projeto apresenta os principais regimes cambiais existentes, através de uma apresentação teórica de suas características, passando para o estudo do caso do Plano Real e seus anos posteriores, sendo mostradas as conseqüências diretas do uso do regime de âncora cambial. É nesse estágio que se evidencia o caráter único do desenrolar dos acontecimentos para o Brasil. Apesar de também ter herdado alguns males, diferentemente de todas as outras economias (México, Rússia, países Asiáticos, Argentina, etc.) que passaram por processos semelhantes de valorização e posterior desvalorização de suas moedas, o país conseguiu passar pela crise de 1998/1999 relativamente sem muitos prejuízos e pode reverter o seu processo de desenvolvimento de forma sadia. É defendida a hipótese de que, pela economia estar praticamente desaquecida como reflexo das próprias medidas do comitê monetário e cambial, uma crise de especulação como se procedeu foi incapaz de desestabilizar completamente a economia, como aconteceu em outras economias.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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