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dc.contributor.advisorAlmeida, Edmar Luiz Fagundes de-
dc.contributor.authorGavino, Natália Azevedo-
dc.date.accessioned2017-06-27T15:32:04Z-
dc.date.available2017-06-29T03:00:14Z-
dc.date.issued2011-04-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/2323-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEnergia eólicapt_BR
dc.subjectDesenvolvimento industrialpt_BR
dc.titleEnergia eólica: uma análise dos incentivos à produção (2002-2009)pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4102448005988261pt_BR
dc.contributor.referee1Queiroz, Renato-
dc.contributor.referee2Filho, Ronaldo Goulart-
dc.description.resumoCom o aumento da preocupação com as questões ambientais e a segurança energética, as fontes renováveis de energia têm assumido um papel cada vez mais importante na matriz energética dos países. Em meio a essas fontes, a energia eólica se destaca por seu grande crescimento nos últimos anos e pela ampla existência de incentivos ao seu uso no mundo. No Brasil, o setor eólico ainda é muito recente e as políticas de incentivo ainda estão sendo definidas. Surge, então, uma possibilidade de aprendizado, por meio das experiências internacionais, visando à criação de um ambiente favorável ao desenvolvimento do setor eólico no país. Tendo isso em vista, o presente trabalho objetiva analisar quais as características das políticas internacionais de incentivos ao setor eólico são interessantes para o desenvolvimento do setor eólico brasileiro. Para isso, o trabalho estuda quatro casos de sucesso no setor: EUA, Alemanha, Espanha e Dinamarca. Como principal resultado, foi encontrado que o maior desafio a ser enfrentado pelo setor eólico brasileiro no curto prazo é com relação ao estabelecimento de uma política de incentivos à produção de longo prazo, que reduza a incerteza dos retornos para o produtor e o investidor. Por outro lado, também foi concluído que as barreiras ao desenvolvimento do setor eólico vão além da ausência de uma política de incentivos estável, a exemplo do caso brasileiro. Na realidade, fatores como falta a de infraestrutura da rede elétrica, a restrição de crédito e a escassez de oferta de equipamentos como turbinas eólicas, seja pelo baixo desenvolvimento da indústria eólica local ou pela restrição às importações, são determinantes para a decisão de investimento no setor.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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