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dc.contributor.advisorLicha, Antonio Luis-
dc.contributor.authorSouza, Neemias Albert de-
dc.date.accessioned2017-07-13T18:06:34Z-
dc.date.available2017-07-15T03:00:15Z-
dc.date.issued2010-09-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/2418-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCrise financeirapt_BR
dc.subjectHipotecaspt_BR
dc.subjectMercado internacionalpt_BR
dc.subjectSistema financeiropt_BR
dc.subjectTeoria econômicapt_BR
dc.subjectPolítica econômicapt_BR
dc.titleO debate econômico e a crise financeira de 2008pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2371383684105308pt_BR
dc.contributor.referee1Guimarães, Edson Peterli-
dc.contributor.referee2Lima, Fernando Carlos Cerqueira G. de-
dc.description.resumoA economia mundial sofreu uma crise no final dos anos 2000 sem precedentes nas sete décadas anteriores. Embora a natureza dessa crise e seus efeitos ainda sejam objeto de debate entre os economistas, pode-se afirmar que ela teve origem na crise de confiança por que passou o mercado de hipotecas nos Estados Unidos e em outros países. O estudo da comercialização de hipotecas indica que elas sofreram por um processo de liberalização ampla e diluição de riscos. Os tomadores puderam adquirir hipotecas tendo cada vez menos obrigações e precondições, ao passo que os riscos associados a tal prática foram reduzidos e entregues a outros agentes pela securitização de ativos financeiros. Some-se a isso a falta de zelo das agências de classificação de risco privadas e as reguladoras estatais, e o resultado foi, por fim, a perda de confiança nos papéis lastreados em hipotecas. Com os eventos daí resultantes, de quebra de grandes instituições financeiras e recessão nas economias industrializadas, houve também um acirramento das discussões entre os economistas, que se voltaram à avaliação desses fatos e de suas consequências sobre o grau de aceitação da Teoria Econômica tradicional. Entre as repercussões, contam-se o fim do período da “Grande Moderação” e a ascensão da heterodoxia keynesiana. Este trabalho visa a traçar os eventos que levaram à crise, suas características principais e também as consequências desses acontecimentos para a comunidade científica no campo da Ciência Econômica.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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