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dc.contributor.advisorLicha, Antonio Luis-
dc.contributor.authorRodrigues, Pedro Prates-
dc.date.accessioned2017-07-13T18:23:20Z-
dc.date.available2017-07-15T03:00:15Z-
dc.date.issued2010-09-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/2419-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDunningpt_BR
dc.subjectParadigma ecléticopt_BR
dc.subjectMercado internacionalpt_BR
dc.subjectMercado externopt_BR
dc.subjectMercado internopt_BR
dc.titleO paradigma eclético de Dunning e a internacionalização de uma empresa brasileira de softwarept_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2371383684105308pt_BR
dc.contributor.referee1Melo, Renato Cotta de-
dc.contributor.referee2Gutierrez, Margarida-
dc.description.resumoAté meados da década de 70, o cenário acadêmico mundial era dominado por diversas teorias a respeito da internacionalização produtiva das empresas. Tais teorias, apesar de trazerem importantes insights sobre os motivos e efeitos do movimento de internacionalização, eram consideradas insatisfatórias. Abordavam aspectos específicos individuais de determinados processos ao mesmo tempo em que ignoravam muitos outros. A falta de um modelo formal que relacionasse todos os aspectos envolvidos em um processo de internacionalização com o mercado levou os economistas a buscarem uma abordagem mais eclética para o assunto. Nesse sentido, em 1976 Jonh H. Dunning, um economista britânico, apresentou o seu paradigma eclético com o objetivo de explicar a atuação e o padrão das firmas no exterior, de modo a entender como funcionava a produção internacional como um todo. Com tal objetivo, baseou o seu modelo em alguns alicerces para explicar a habilidade e prontidão das empresas para servir os mercados, e as razões pelas quais elas decidem explorar essa vantagem através, ao invés de produzir em território nacional ou simplesmente exportar. Seria de se esperar que um projeto tão ambicioso de desenvolver um modelo que se aplicasse a todo e qualquer tipo de caso de internacionalização, aplicável a qualquer empresa, indústria ou país, fosse alvo de atenção e críticas. E não foi diferente com o paradigma eclético de Dunning. Desde a sua criação, o modelo vem sofrendo críticas das mais diversas, porém com grande ênfase em seu limitado poder para explicar ou prever casos particulares de produção internacional, além do seu baixo poder explanatório sobre o comportamento de empresas multinacionais individuais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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