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http://hdl.handle.net/11422/24994
| Type: | Trabalho de conclusão de graduação |
| Title: | Hiato e travessia: a fotografia como construção da memória |
| Author(s)/Inventor(s): | Azevedo, Suzane Batalha |
| Advisor: | Jacob, Elizabeth Motta |
| Abstract: | O presente trabalho tem como objetivo traçar uma narrativa entre o caráter, valor e o uso da fotografia como um dos grandes instrumentos portadores de memória ao longo da história. Problematiza-se a memória como portadora de passado num contexto de efemeridade do atual, já que nos dias que correm, o excesso de produção imagética ressignifica constantemente o presente, e por isso, tão logo se torna passado. Neste contexto, categorias como tempo e espaço também se tornam dissolúveis, assim como no paralelo entre fotografia analógica e digital em que a fotografia passa pelo processo de “deixar de ser física”, para se tornar virtual com o avanço da tecnologia. Onde realmente estamos, se desaparecemos um pouco mais a cada piscar de olhos? Neste sentido, é possível perceber que os processos de memória desencadeados por fotografias de diversos nichos, apontam para a mesma direção: a de que as imagens carregam o tempo em um fluxo. E em paralelo, vamos tratar do paradigma do apagamento da memória. A vezes esqueçamos quem somos. Nossas lembranças estão restritas ao espaço-tempo e sujeitas aos parâmetros que nos regem enquanto seres humanos finitos – vida, morte e cronologia inexata. Ao mesmo tempo, estão livres, já que não é possível prender memórias, mas sim preservá-las, na medida em que são livres no mundo e podem ser vistas de épocas distintas. Em suma: por mais física que nossa rede neural possa ser, nossas memórias são o afago fugaz e oscilante que nos mantém vivos. Assim como o Alzheimer, que degenera as conexões cerebrais e as próprias células, se não insistirmos no exercício de revistar nossa essência por meio de nossa história e fundamentos, seremos reduzidos a um apagado de nós. Através da criação de um livro-poema, é levantado o questionamento da literalidade da memória enquanto física e o poder de um objeto ao eternizar essas lembranças em um estado volátil inserido em passado, presente e futuro. |
| Keywords: | Fotografia Memória Identidade Tempo Alzheimer, doença de Esquecimento Photography Memory Identity Time Alzheimer's disease Oblivion |
| Subject CNPq: | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO::COMUNICACAO VISUAL |
| Production unit: | Escola de Belas Artes |
| Publisher: | Universidade Federal do Rio de Janeiro |
| Issue Date: | 15-Sep-2022 |
| Publisher country: | Brasil |
| Language: | por |
| Right access: | Acesso Aberto |
| Citation: | AZEVEDO, Suzane Batalha. Hiato e travessia: a fotografia como construção da memória. 2022. 52 f. TCC (Graduação) - Curso de Comunicação Visual Design, Escola de Belas Artes, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2022. |
| Appears in Collections: | Comunicação Visual Design |
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