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dc.contributor.advisorCezario, Maria Maura da Conceição-
dc.contributor.authorAmbiel, Manoela Amstalden-
dc.date.accessioned2025-03-21T12:34:10Z-
dc.date.available2025-03-23T03:00:14Z-
dc.date.issued2025-01-21-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/25405-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectLíngua portuguesapt_BR
dc.subjectEstudo e ensinopt_BR
dc.subjectSociolinguísticapt_BR
dc.subjectLinguística funcionalpt_BR
dc.titleUma análise centrada no uso das construções [supondo que X] e [vamos supor que X]pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7183632335615140pt_BR
dc.contributor.advisorCo2Ely, Leyla-
dc.contributor.advisorCo2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7259269880306944pt_BR
dc.contributor.referee1Silva, Thiago dos Santos-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2584928583672326pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho refere-se à análise das construções [supondo que X] e [vamos supor que X] no português brasileiro contemporâneo, a fim de mapear seus usos nos diferentes contextos discursivos-pragmáticos. Para isso, utilizamos os pressupostos teóricos da Linguística Funcional Centrada no Uso (LFCU) (Goldberg 1995; Tomasello 1998; Croft 2001; Traugott e Trousdale, 2013 e Cezario e Furtado da Cunha, 2013) e da Gramática de Construções (Goldberg, 1995; 2006, Croft, 2001) e consideramos que [supondo que X] e [vamos supor que X] são microconstruções instanciadas no esquema [V_que]CONECT da rede dos conectores condicionais, por meio da relação de herança (Traugott e Trousdale, 2013). A metodologia adotada foi a quali-quantitiva, sendo os dados (180 dados escritos ao total, por questões metodológicas, sendo 90 dados de cada construção) coletados por meio da plataforma Twitter/X. Escolhemos essa amostra por trazer contextos discursivos, mais informais, e de interação entre o usuário-escrevente e o usuário-leitor. Nossa hipótese é a de que, por mais que ambas construções pertençam ao domínio da condicionalidade, elas possuem peculiaridades sintáticas e discursivo-pragmáticas. Diante disso, a partir dos fatores estabelecidos para a análise dos dados, constatamos que as construções [supondo que X] e [vamos supor que X] tendem a fugir do molde prototípico de condicionalidade [se p, (então) q] (Neves, 2011), pois, em alguns casos, apresentam graus maiores de (inter)subjetividade, proteção de face e independência sintática.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Letraspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LINGUA PORTUGUESApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICA::SOCIOLINGUISTICA E DIALETOLOGIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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