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dc.contributor.advisorGonçalves, Reinaldo-
dc.contributor.authorZaire, Felipe Eduardo Figueiredo-
dc.date.accessioned2017-07-28T17:27:16Z-
dc.date.available2017-07-30T03:00:13Z-
dc.date.issued2013-05-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/2548-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectComércio exteriorpt_BR
dc.subjectProduto industrializadopt_BR
dc.subjectDesenvolvimento tecnológicopt_BR
dc.titleAnálise do comércio exterior de produtos industriais por intensidade tecnológicapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8838425385202367pt_BR
dc.contributor.referee1Hasenclever, Lia-
dc.contributor.referee2Machado, João Bosco Mesquita-
dc.description.resumoAnalisa a evolução do padrão de comércio exterior brasileiro com foco na intensidade tecnológica dos produtos industriais. O objetivo geral é avaliar ganhos e perdas da inserção do país no sistema mundial de comércio. O objetivo específico é comparar o desempenho do Brasil com o de outros países. A partir de uma análise de 18 anos de comércio exterior, observou-se uma melhora no quadro de dependência tecnológica até o ano 2005, seguida de uma rápida degradação nos últimos anos. A deterioração dos principais indicadores de comércio exterior por intensidade tecnológica representa graves entraves ao desenvolvimento do país, e podem conduzir a uma profunda crise de dependência tecnológica.Para desenvolver tal estudo, foram avaliadas algumas metodologias de classificação de produtos por intensidade tecnológica e optou-se por utilizar a Stan Indicators da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que classifica os produtos em 5 grupos tecnológicos. Esta classificação abrange produtos mais incrementados, como aviação e computação, até os mais simples, como as commodities, mas neste estudo, utilizaremos apenas os produtos industriais. A partir desta classificação foram montados alguns indicadores que possibilitam avaliar a evolução das exportações e importações e podem ser utilizados como um termômetro da economia. Estes indicadores são utilizados para comparar o desempenho de países selecionados (Argentina, Brasil, China, Índia, México e Rússia).A partir da análise dos indicadores criados, percebe-se um agravamento do quadro de dependência tecnológica da economia brasileira ao longo do período analisado em todos os grupos de produtos segundo a determinação de tecnologia. Dos países avaliados o desempenho do Brasil foi o segundo pior e apenas a Rússia teve pior desempenho.A China foi o país que mais reduziu a sua dependência tecnológica. Vale destacar ainda a perda de espaço para países como Argentina e México, que conseguiram obter um desempenho melhor no comercio exterior, um claro sinal que as suas indústrias estão se tornando mais dinâmicas, enquanto que o país vai na direção contrária. Com relação à OCDE 12, o país obteve vantagens comparativas no setor de baixa tecnologia e de media alta. Mas perdeu espaço nos outros dois (média-baixa e alta tecnologia).pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA::ECONOMIA INDUSTRIALpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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