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dc.contributor.otherPassos, Rachel Gouveia-
dc.contributor.otherCampos, Daniel de Souza-
dc.date.accessioned2025-12-23T22:33:39Z-
dc.date.available2026-05-16T03:08:56Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.citationPASSOS, Rachel Gouveia; CAMPOS, Daniel de Souza (Org.). Caderno de práticas antirracistas na Rede de Atenção Psicossocial. Rio de Janeiro: UFRJ, CFCH, 2025.pt_BR
dc.identifier.isbn9786588579336pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/27974-
dc.description.abstractUnavailable.en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUFRJ, Centro de Filosofia e Ciências Humanaspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSistema Único de Saúdept_BR
dc.subjectRede de Atenção Psicossocialpt_BR
dc.subjectServiços de saúde mentalpt_BR
dc.subjectAntirracismopt_BR
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.titleCaderno de práticas antirracistas na Rede de Atenção Psicossocialpt_BR
dc.typeFolhetopt_BR
dc.description.resumoSurge como desdobramento do trabalho realizado por profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), graduandos, pós-graduandos, residentes, pesquisadores e docentes inseridos no Projeto de Pesquisa e Extensão Luta Antimanicomial e Feminismos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e, mais especificamente, da elaboração e condução do Censo Psicossocial dos Usuários dos Serviços de Saúde Mental do Estado do Rio de Janeiro, realizado em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde através da Coordenação de Atenção Psicossocial. [...] Nesse sentido, a realização de práticas antirracistas na Rede de Atenção Psicossocial materializa a Portaria GM/MS n. 2.198/2023 que institui a estratégia antirracista para a saúde no âmbito do Ministério da Saúde, visando promover equidade étnico-racial em todo âmbito da saúde e enfrentar o racismo como uma determinação social em saúde. Além disso, tais práticas favorecem a implementação das políticas específicas de saúde (População Negra; LGBT; Pessoa com deficiência; População indígena, etc.), auxiliam no enfrentamento das barreiras de acesso nos serviços e favorecem a participação popular e o protagonismo dos usuários. Espera-se que esta publicação converta-se em uma ferramenta prática e útil para todos os trabalhadores da RAPS, e que seja uma contribuição efetiva em direção ao fortalecimento das potencialidades identificadas na realização das oficinas. Nesse sentido, a realização de práticas antirracistas na Rede de Atenção Psicossocial materializa a Portaria GM/MS n. 2.198/2023 que institui a estratégia antirracista para a saúde no âmbito do Ministério da Saúde, visando promover equidade étnico racial em todo âmbito da saúde e enfrentar o racismo como uma determinação social em saúde. Além disso, tais práticas favorecem a implementação das políticas específicas de saúde (População Negra; LGBT; Pessoa com deficiência; População indígena, etc.), auxiliam no enfrentamento das barreiras de acesso nos serviços e favorecem a participação popular e o protagonismo dos usuários. Espera-se que esta publicação converta-se em uma ferramenta prática e útil para todos os trabalhadores da RAPS, e que seja uma contribuição efetiva em direção ao fortalecimento das potencialidades identificadas na realização das oficinas.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Serviço Socialpt_BR
dc.publisher.initialsCFCHpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::SERVICO SOCIAL::SERVICO SOCIAL APLICADO::SERVICO SOCIAL DA SAUDEpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
Appears in Collections:Ciências Sociais Aplicadas

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