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dc.contributor.advisorSerrano, Franklin Leon Peres-
dc.contributor.authorTenani, Pedro Henrique-
dc.date.accessioned2026-02-04T16:00:02Z-
dc.date.available2026-02-06T03:00:10Z-
dc.date.issued2024-04-22-
dc.identifier.citationTENANI, Pedro Henrique. A estagnação revisitada: uma interpretação crítica da hipótese de estagnação secular e suas bases teóricas. 2024. 42 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Econômicas) - Instituto de Economia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/28335-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEstagnação secularpt_BR
dc.subjectCrescimento econômicopt_BR
dc.subjectCrítica sraffianapt_BR
dc.titleA estagnação revisitada: uma interpretação crítica da hipótese de estagnação secular e suas bases teóricaspt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8929218197089001pt_BR
dc.contributor.referee1Castilho, Paulo Alexandre Francisco-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0618463283499986pt_BR
dc.contributor.referee2Bhering, Gustavo Ribeiro de Freitas-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2881957437943800pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho analisa criticamente a Hipótese de Estagnação Secular (HES), uma discussão renovada e amplamente debatida por notórios economistas como Krugman e Summers, a partir da observação das taxas de crescimento reduzidas em economias desenvolvidas, principalmente após a crise de 2008. O objetivo é revisitar e criticar as bases teóricas que sustentam as teses recentes sobre a HES, destacando as possíveis inconsistências teóricas resultantes do uso de fundamentação neoclássica para chegar a conclusões tipicamente heterodoxas. O trabalho argumenta que a aplicação de conceitos neoclássicos, sem respeitar seus próprios pressupostos, pode levar a ambiguidades analíticas, especialmente ao discutir a insuficiência de fatores de demanda. Inicialmente, o documento discute as formulações originais da HES por Keynes e Hansen, seguido por uma análise das versões mais contemporâneas por Krugman e Summers, que associam a estagnação a mudanças estruturais levando a taxa natural a níveis negativos. Conclui-se que, para uma compreensão mais completa da estagnação econômica, é necessário considerar fatores além da taxa de juros, incluindo políticas fiscais ativas e uma análise mais profunda das dinâmicas de demanda agregada. O trabalho sugere que a problemática da HES diz respeito essencialmente à insuficiência de demanda agregada de longo prazo, desafiando a eficácia da política monetária em estimular a economia e destacando a necessidade de abordagens alternativas, como a proposta pelo modelo supermultiplicador sraffiano, para entender as questões econômicas centrais da HES.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
Appears in Collections:Ciências Econômicas

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