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dc.contributor.advisorSerejo, Cristiana-
dc.contributor.authorTavares, Carolina-
dc.date.accessioned2018-01-12T14:51:33Z-
dc.date.available2018-01-14T02:00:52Z-
dc.date.issued2005-03-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/3428-
dc.description.abstractThe family Aristeidae is predominantly deep-water distributed, being either benthic dwellers or members of the meso and bathypelagic fauna. They have a greal abundance in the water column, and play a major role in the food chain of the oceans. The family as now defined consists of nine genera, most of them greatly distributed in Atlantic and Indo-Pacific oceans. Of these genera, six have been recorded from eastern Atlantic. The family Aristeidae in Brazil is poorly known, with only three species recorded from off the Brazilian coast: Plesiopenaeus edwarsianus (Jonhson, 1867), Aristaeomorpha foliacea (Risso, 1827) and Hepomadus tener Smith, 1884 The Revizee Program made trawlings between Rio Real (llºS) and Cabo de São Tomé (22º), and a large scientific collection of deep-sea crustaceans was formed. The Revizee trawlings were made between 1999 may and 2000 june, between 200-2000 meters depth. The material was examined and eight species were found. Besides those three species previously recorded from off Brazilian coast, that have their latitudinal distribution enlarged, five species are new records to Brazil: Aristeus antillensis A. Milne Edwards & Bouvier, 1909, Hemipenaeus carpenteri Wood-Mason, 1891, Plesiopenaeus armatus (Bate, 1881), Plesiopenaeus coruscans (Wood-Mason, 1891) and Aristeus antennatus (Risso, 1816). Results showed that, some Aristeidae species are greatly abundant between 500 and 750 meters, others are more abundant between 750 and 1250meters, and deeper ones are more abundant between 1250 and 2000 meters. A positive correlation between discharge of rivers and high abundance of Aristeidae species was observed. An identification key for Aristeidae species of Brazil is given.en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTaxonomiapt_BR
dc.subjectDecápodes (Crustáceos)pt_BR
dc.subjectPenaeidaept_BR
dc.subjectAristeidaept_BR
dc.subjectCamarõespt_BR
dc.titleTaxonomia, distribuição e abundância da família Aristeidae (Penaeoidea: Dendrobranchiata) do talude da costa central do Brasil, coletada pelo Programa Revizee - Score Centralpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3113686986428232pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4002797399291398pt_BR
dc.contributor.advisorCo1Young, Paulo Secchin-
dc.description.resumoA família Aristeidae é típica de águas profundas, podem ser bentônicos ou da fauna meso ou batipelágica dos oceanos. São geralmente muito abundantes na coluna d’água, e por isso desempenham papel fundamental na cadeia trófica dos oceanos. A família atualmente é representada por nove gêneros, a maioria sendo largamente distribuída nos oceanos Atlântico e Indo-Pacífico. Desses gêneros, seis ocorrem no Atlântico ocidental. A fauna de Aristeidae é ainda pouco conhecida no Brasil, com apenas três espécies citadas para a costa brasileira: Plesiopenaeus edwarsianus (Jonhson, 1867), Aristaeomorpha foliacea (Risso, 1827) e Hepomadus tener Smith, 1884 O Programa Revizee - Score Central, realizou amostras entre o Rio Real (11º Sul) e o Cabo de São Tomé (22º Sul), a partir da qual foi formada uma grande coleção de crustáceos de mar profundo. Foram realizadas coletas entre maio de 1999 e julho de 2000, entre 200 e 2000 metros de profundidade. O material foi analisado, sendo encontradas oito espécies. Além das espécies já registradas para a costa brasileira, que tiveram sua distribuição latitudinal estendida, as seguintes espécies foram registradas pela primeira vez: Aristeus antillensis A. Milne Edwards & Bouvier, 1909, Hemipenaeus carpenteri Wood-Mason, 1891, Plesiopenaeus armatus (Bate, 1881), Plesiopenaeus coruscans (Wood-Mason, 1891) e Aristeus antennatus (Risso, 1816). Os resultados mostraram que algumas espécies de Aristeidae encontradas, apresentam maior abundância no estrato entre 500 e 750 metros, outras são mais abundantes entre 750 e 1250 metros, e as mais profundas apresentam maior abundância entre 1250 e 2000 metros. A correlação positiva entre áreas de aporte fluvial e maior abundância das espécies de Aristeidae foi observada. Uma chave de identificação para as espécies de Aristeidae do Brasil é fornecida.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentMuseu Nacionalpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Zoologiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::ZOOLOGIA::TAXONOMIA DOS GRUPOS RECENTESpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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