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dc.contributor.advisorSalles, Leandro Oliveira-
dc.contributor.authorCamardella, Arianna Rocha-
dc.date.accessioned2018-02-07T23:27:35Z-
dc.date.available2018-02-09T02:00:26Z-
dc.date.issued1999-12-03-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/3606-
dc.description.abstractUsed a cladistic analysis to evaluate the phylogenetic relationships among living and fossil genera of the Subfamily Didelphinae. Four different genera were used as outgroups: Caluromys (Caluromyinae, Didelphidae), Sparassocynus (Sparassocynidae), Caenolestes (Caenolestidae) e Dromiciops (Microbiotheriidae). A total of 146 cranial and dental characters were utilized in the analysis, that was performed using the branch swapping m* bb* option of the program Hennig86. Three most parsimonious trees (consistency índex 0,56 and retention index 0,83) were found after applying successive weighting to the analysis with Dromiciops as the outgroup, comprising, thus, the totality of characters and taxa examined. All analyses yielded cladograms with similar topologies, showing two main clades. The first clade included all small didelphids, with exception of Lestodelphys e Monodelphis: (Micoureus (Marmosa (Marmosops (Gracilinanus, Thylamys)))). The second clade encompassed Lestodelphys, Monodelphis, the fossil taxa (Thylophorops, Hyperdidelphys, Thylatheridium e Zygolestes), and all the large didelphids (Lutreolina (Chironectes (Didelphis, Philander))), but the phylogenetic relationships between these branches are still unclear. Furthermore, the genus Metachirus showed an ambiguous position in relation to these two main clades. These results corroborate the monophyly of the large didelphids (Tribe Didelphini sensu McKenna & Bell, 1997), but they dispute the proposal that all small didelphids form a monophyletic group (Tribe Monodelphini sensu McKenna & Bell, 1998).en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMarsupiaispt_BR
dc.subjectGambáspt_BR
dc.subjectMorfologia crânio-dentáriapt_BR
dc.subjectSistemáticapt_BR
dc.subjectDidelphidaept_BR
dc.titleRelações filogenéticas da subfamília Didelphinae: padrões de variação da morfologia crânio-dentária (Marsupialia: Didelphidae)pt_BR
dc.title.alternativePhylogenetic Relationships of the Subfamily Didelphinae (Marsupialia: Didelphidae): Patterns of Craniodental Morphologyen
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3095063142665666pt_BR
dc.contributor.referee1Oliveira, João Alves de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3561492834576313pt_BR
dc.contributor.referee2Nogueira, Jose Carlos-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9713300632476670pt_BR
dc.contributor.referee3Vieira, Marcus Vinicius-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/2532268388216019pt_BR
dc.description.resumoAvalia as relações filogenéticas entre os gêneros viventes e fósseis da Subfamília Didelphinae a partir de uma metodologia cladista. Quatro opções de enraizamento foram avaliadas em diferentes conjuntos de análises: Caluromys (Caluromyinae, Didelphidae), Sparassocynus (Sparassocynidae), Caenolestes (Caenolestidae) e Dromiciops (Microbiotheriidae). Um total de 146 caracteres cranianos e dentários, todos interpretados como não-ordenados, foram utilizados nas análises de parcimônia realizadas utilizando-se a opção heurística (branch swapping) m* bb* do programa Hennig86. A análise mais abrangente, contemplando a totalidade de caracteres e táxons, é aquela enraizada com Dromiciops. Como resultado desta análise, quando implementada a ponderação sucessiva de caracteres, emergem três árvores mais parcimoniosas, com índice de consistência 0,56 e de retenção O, 83. Ressalta-se, entretanto, que os cladogramas resultantes de todos os conjuntos de análises apresentam relações filogenéticas semelhantes, com dois clados principais. O primeiro apresenta estrutura idêntica em todas as análises (Micoureus (Marmosa (Marmosops (Gracilinanus, Thylamys)))). O segundo clado reúne Lestodelphys, Monodelphis, as formas fósseis (Thylophorops, Hyperdidelphys, Thylatheridium e Zygolestes) e os grandes didelfíneos viventes (Lutreolina (Chironectes (Didelphis, Philander))), porém as relações filogenéticas entre esses ramos é incongruente nas diferentes análises. O gênero Metachirus apresenta posicionamento instável em relação a estes dois clados. Estes resultados corroboram a existência de um grupo monofilético que reúne os grandes didelfíneos (Tribo Didelphini sensu McKenna & Bell, 1998). No entanto, contrariam a proposta de que todos os pequenos didelfídeos formariam um grupo monofilético (Tribo Monodelphini sensu McKenna & Bell, 1998).pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentMuseu Nacionalpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (Zoologia)pt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::ZOOLOGIA::MORFOLOGIA DOS GRUPOS RECENTESpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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