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dc.contributor.advisorMota, Bruno-
dc.contributor.authorFerreira, Maira Barros-
dc.date.accessioned2018-05-09T18:18:39Z-
dc.date.available2018-05-11T03:00:16Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/3941-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectGlioblastoma Multiformept_BR
dc.subjectNeoplasias cerebraispt_BR
dc.subjectTerapia fototérmicapt_BR
dc.titleSimulação da distribuição de dose de feixes de prótons aplicado ao Glioblastoma Multiforme utilizando dados de MRIpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.description.resumoO Glioblastoma Multiforme é o tumor cerebral mais frequente na idade adulta, representando cerca de 40% dos tumores primitivos do Sistema Nervoso Central. Apesar destes tumores constituírem apenas 2% de todos os processos oncológicos, estão associados com grande deterioração das capacidades e funções cerebrais, e com prognóstico difícil, contribuindo para o impacto individual e social destes tumores. Após o diagnóstico do Glioblastoma Multiforme, o tratamento padrão consiste na cirurgia para remoção máxima possível do tumor, radioterapia e quimioterapia. A sobrevida média destes pacientes, quando tratados com terapia convencional, é de cerca de 12 meses após o diagnóstico. A radioterapia consiste na aplicação de doses de radiação para tratamento de um tecido canceroso, impedindo o crescimento dessas células. Essa técnica, apesar de obter muito sucesso, não limita os efeitos da radiação às regiões afetadas pela doença, causando danos a tecidos sadios adjacentes. Entretanto, há uma técnica de radioterapia, já empregada em alguns países, que utiliza feixe de prótons para o tratamento de tumores. Os prótons são partículas carregadas pesadas que possuem uma forma de interação com a matéria bem específica. Eles perdem pouca energia no material até serem completamente parados, onde depositam a maior parte de sua energia, fenômeno conhecido como pico de Bragg. Devido a essa característica, a radioterapia com feixe de prótons se torna uma técnica que diminui os danos nos tecidos sadios adjacentes ao tumor, uma vez que a maior parte da dose de radiação é depositada no mesmo. No Brasil, atualmente, faz-se o uso de radioterapia com feixe de fótons e elétrons, partículas que depositam uma quantidade considerável de dose de radiação nos tecidos sadios devido as suas propriedades de interação com a matéria. Sendo assim, a terapia com prótons teria vantagens em relação a convencional, inclusive para o tratamento de Glioblastoma Multiforme. Com essa técnica seria possível eliminar de forma considerável as células tumorais, protegendo outras regiões importantes do cérebro, podendo oferecer uma sobrevida maior para o paciente. Esse trabalho faz o uso de simulação em Monte Carlo, com um modelo matemático baseado em dados extraídos de imagens de ressonância magnética, para indicar as vantagens da terapia com feixe de prótons para o tratamento de Glioblastoma. Os resultados obtidos mostram que os prótons depositam a maior concentração de dose relativa na profundidade do tumor. Por outro lado, o feixe de fótons continua depositando energia após a região que se encontra o tumor. O objetivo final do trabalho foi a verificação de que a simulação da terapia de prótons indica esse tratamento como uma boa opção para o tratamento do Glioblastoma.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Físicapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::FISICA::FISICA ATOMICA E MOLECULAR::PROCESSOS DE COLISAO E INTERACOES DE ATOMOS E MOLECULASpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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