Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://hdl.handle.net/11422/4045
Tipo: Trabalho de conclusão de graduação
Título: Mapeamento geológico, petrografia e caracterização das unidades litológicas no município de Rio Bonito, Rio de Janeiro.
Autor(es)/Inventor(es): Furtado, Pedro Costa
Orientador: Medeiros, Sílvia Regina
Coorientador: Mendes, Julio Cezar
Resumo: Através do Programa Nacional de Geologia (PRONAGEO, CPRM), foi elaborada a Folha Itaboraí (preliminar), na escala 1:100.000 em 2012.Apesar desse recente mapa, ainda há carência de mapeamento em escalas de maior detalhe.O presente estudo consistiu no mapeamento geológico na escala 1:25.000 e análise petrográfica das rochas aflorantes, em uma área delimitada nas imediações do município de Rio Bonito, Rio de Janeiro. Tem como objetivo a revisão da área em questão, com a delimitação dos corpos rochosos e identificação das suas relações de contato na escala proposta, além da análise petrográfica das rochas coletadas. A área situa-se no segmento central da Faixa Móvel Ribeira, mais precisamente no Domínio Costeiro, que tem seu período de atividade ígnea e tectônica do Neoproterozóico ao Paleozóico Inferior. A formação desse cinturão móvel é correlacionada ao evento Brasiliano – Pan Africano, que resultou na formação da porção ocidental do paleocontinente Gondwana. Durante o mapeamento de campo foram determinadas 4 unidades litológicas principais: Unidade Gnaisse Cassorotiba, representado por um granada – biotita Gnaisse porfirítico, leucocrático a mesocrático por vezes migmatítico, com foliação penetrativa e caracterizada pelos feldspatos amendoados na matriz. Sua mineralogia essencial é composta por plagioclásio, microclina, quartzo e biotita, os acessórios identificados foram granada, titanita e zircão, os secundários são representados pela clorita, sericita e muscovita; Unidade Granito Silva Jardim, que consiste em um Granito porfirítico leucocrático com textura inequigranular, intrusiva no Ortognaisse Cassorotiba. Ocorre de forma isotrópica e com orientação de fluxo ígneo marcado pelos fenocristais tabulares de feldspato. Localmente apresenta foliação penetrativa, marcada por fenocristais arredondados. O granito porfirítico possui fenocristais de k-feldspato e plagioclásio, com hábito tabular. Na matriz os minerais essenciais são plagioclásio, microclina, quartzo e biotita, os minerais acessórios identificados foram apatita, opacos, titanita e zircão e os secundários representados pela clorita, sericita e a muscovita; Unidade Granito Cesário Alvim é representado por um granito predominantemente hololeucocrático, com textura inequigranular, com granulação variando de fina a média. O granito é intrusivo nas Unidades Silva Jardim e Cassorotiba. Sua mineralogia essencial é composta por quartzo, microclina, plagioclásio e biotita, como minerais acessórios foram identificados apatita, opacos e zircão; e como secundários a sericita e a muscovita; Unidade Maciço Alcalino VII Rio Bonito é a única unidade da área mapeada que não tem relação de formação com o Cinturão Ribeira no evento Brasiliano – Pan Africano, sendo assim, associado a passagem da placa litosférica Sul-Americana sobre um hot spot (Thomaz Filho et al., 1981). Consiste em Nefelina Sienito, com augita, aegirina-augita e feldspato alterado, como acessório foi observado titanita e opacos.
Palavras-chave: Geologia regional
Mapeamento geológico
Petrografia
Faixa Ribeira
Assunto CNPq: CNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIA
Unidade produtora: Instituto de Geociências
Editora: Universidade Federal do Rio de Janeiro
Data de publicação: Jul-2015
País de publicação: Brasil
Idioma da publicação: por
Tipo de acesso: Acesso Aberto
Aparece nas coleções:Geologia

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