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dc.contributor.advisorPieri, Otávio Sarmento-
dc.contributor.authorBogéa, Tami Helena Pestana-
dc.date.accessioned2018-07-05T01:57:15Z-
dc.date.available2023-12-21T03:02:20Z-
dc.date.issued1992-09-14-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/4228-
dc.description.abstractThis work aims to study the daily rhythm of emergence of S. mansoni cercariae in mono - and plurimiracidial infections of B. glabrata. For this purpose the emergence at daytime and nighttime and its peaks were compared through a chronobiological methodology. For the tests,19 and 37 specimens of B.glabrata (Belo Horizonte, MG) infected respectively with one and five miracidia of sympatric schistosome were kept at outdoor conditions. Other observations included the estimations of the infection rate, the pre-cercarial period,the survival of infected snails, and the number of emerged cercariae at each 24-h intervals.The correlation between air temperature and the number of emerged cercariae was also investigated. Most cercariae emerged at daytime (from 6 a. m. to 6 p. m.) for both miracid ial doses. Thus, 96. 3% of the cercariae ernerged in this phase in rnonorniracidial infections and 9 4. B% in the plurimiracidial ones. The daily peaks of cercarial emergence did not differ signi ficantly between mono- and plurimiracidial infections. In most snai ls, the cercaria! emergence showed 24-h rhythms of the with acrophases between 2 p.m. and 5 p.m. cercariae emerged at daytime, some did it Although most at nighttime (3. 7% in the mono- and 5. 2% in plurimiracidial infections). In two snails more than 30% of the cercaria! emergence occurred during this phase. This pattern is possibly associated to some crepuscular or nocturnal activities of the vertebrate hosts or even to some infection procedures in the laboratory. Future studies concerning the investigation of this temporal pattern in S. mansoni stra ins just isolated from the field should be encouraged. The rhythm of S. mansoni cercar i a! emergence is cons idered to be a gated rhythm s ince the cercar iae seem to "wa it" for some environmental s ignal 1n order to emerge. The adapt ive importance of the synchrony in cercar ia! emergence refers to better chances of these larval forms to infect the vertebrate hosts. Future stud ies concern ing the d ifferent iat ion between product ion and emergence rhythms would make it poss ible to know whether the cercariae emerge as they are produced or not. The pre-cercar ial period. the survival of infected sna ils ana the number of emerged cercar iae per sna il at each 24 h interval did not differ signif icantly between mono- and plur im irac idial infections. The infection rates were higher in pluri- than in monom irac id ial infections. T he var iat ions in these parameters could be due to paras ite infect ivity and/or sna il suscept ib ility differences. Future work s hould also evaluate poss ible short-term mod if icat ions due to some laboratory procedures cercarial involving both the r.mail and paras ite samples. The emergence was not s istemat ically assoc iated to var iat ions in the a ir temperatura.en
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.description.sponsorshipFAPERJpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSchistosoma mansonipt_BR
dc.subjectTermatódeospt_BR
dc.subjectBiomphalaria glabratapt_BR
dc.titleRitmos biológicos na emergência de Cercárias de Shistosoma mansoni Sambon, 1907 (Platyhelminthes: Digenea) em infecções mono e plurimiracidianas de Biomphalaria glabrata (Say, 1818) (Mollusca: Gastropoda)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0926352952507496pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0079623861573812pt_BR
dc.contributor.advisorCo1Rotenberg, Lúcia-
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0606137746805144pt_BR
dc.contributor.referee1Kohn, Anna-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8507083788970684pt_BR
dc.contributor.referee2Marques, Mirian David-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3175468619733100pt_BR
dc.contributor.referee3Barbosa, Frederico A Simões-
dc.description.resumoEste trabalho investiga o ritmo diário de emergência de cercárias de S. mansoni em infecções mono e plurimiracidianas de B. glabrata. Com este propósito, foram feitas comparações quanto à emergência de cercárias nas fases clara e escura e à localização temporal do pico de emergência. As comparações foram feitas com auxilio de metodologia cronobiológíca. A amostra empregada foi de 19 e 37 exemplares de B. glabrata (Belo Horizohte, MG) infectados com um e cinco miracidios de cepa simpátrica de S.mansoni, respectivamente, e mantidos ao ar livre. Observações adicionais foram feitas quanto aos seguintes parâmetros parasitológicos: taxa de infecção, período pré-cercariano, sobrevida e número de cercárias emergentes a cada 24 horas. A correlação entre a temperatura do ar e número de cercárias emergentes também foi avaliada. Observou-se uma predominância marcante na emergência de cercárias na fase clara (entre 6:00 e 18:00 h) em ambos os tipos de infecção. Assim, 96,3% das cercárias emergiram nesta fase nas infecções mono e 94, 8% nas plurimiracidianas. Quanto ao pico diário de emergência, não foram observadas diferenças significativas entre as infecções mono e plurimiracidianas. A emergência de cercárias na maioria dos moluscos testados apresentou ritmo de 24 horas, com acrofases entre 14:00 e 17:00 horas. Embora se tenha observado grande proporção de cercárias na fase clara, a emergência na fase escura não foi desprezível, atingindo 3,7% nas infecções mono e 5,2%, nas plurimiracidianas. Dois moluscos apresentaram mais de 30% das cercárias emergentes nesta fase. Não se deve descartar a possibilidade deste padrão estar relacionado a presença de hospedeiros com hábitos crepusculares ou noturnos ou mesmo a rotinas de infecção no laboratório. Neste sentido, a investigação deste ritmo em linhagens de S. mansoni recém-isoladas do campo deve ser encorajada. O ritmo de emergência de cercárias de S. mansoni apresenta algumas características em comum com os ritmos de portão, em que as cercárias parecem “aguardar” um sinal ambiental para emergir. A importância adaptativa da sincronia na emergência das cercárias refere-se a um aumento nas chances de infecção dos hospedeiros vertebrados por estas formas larvais. Futuros estudos que diferenciem ritmo de produção e ritmo de emergência permitirão verificar se as cercárias ementem assim que são produzidas ou não. O período pré-cercariano, a sobrevida e o número de cercárias emergentes a cada 24 horas não foram significativamente diferentes entre ambos os tipos de infecção. A taxa de infecção foi maior nas infecções pluri que nas monomiracidianas. As flutuações encontradas nestes parâmetros podem ser atribuídas a diferenças na infectividade do parasita e/ou na suscetibilidade do molusco. Pesquisas futuras, no entanto, devem avaliar passiveis alterações provocadas a curto prazo por rotinas de manutenção das amostras malacológicas e parasitológicas no laboratório. A emergência de cercárias não esteve associada sistematicamente a variações na temperatura ambiental.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentMuseu Nacionalpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (Zoologia)pt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::ZOOLOGIA::FISIOLOGIA DOS GRUPOS RECENTESpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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