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dc.contributor.advisorBongiolo, Everton Marques-
dc.contributor.authorCosta, Camilla Bazzarella Gomes-
dc.date.accessioned2018-08-09T12:56:37Z-
dc.date.available2018-08-11T03:00:18Z-
dc.date.issued2011-12-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/4433-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCaracterização da porosidadept_BR
dc.subjectPorosidade em granitoidespt_BR
dc.subjectmétodo 14CPMMApt_BR
dc.subjectSistema Hidrotermal de Lavras do Sulpt_BR
dc.titleCaracterização da porosidade pelo método 14C-PMMA em veio de quartzo e granitoide associados ao Sistema Hidrotermal de Lavras do Sul/RSpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7782253195806070pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5688237512969212pt_BR
dc.contributor.advisorCo1Neumann, Reiner-
dc.contributor.referee1Barroso, Emílio Velloso-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9087393649043159pt_BR
dc.contributor.referee2Ávila, Ciro Alexandre-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1281397426132157pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho é uma aplicação do método 14C-PMMA visando a caracterizar e quantificar a porosidade em amostra de granitoide com injeção de veio de quartzo associado ao Sistema Hidrotermal de Lavras do Sul, RS. Este método, quando integrado às petrografias ótica e eletrônica e a análise digital de imagens, possui a vantagem, em comparação aos outros, de permitir a quantificação e identificação local da porosidade das rochas. Resultados mostram porosidade de 0,8% para a amostra estudada. Valores mais altos de porosidade são atribuídos a minerais secundários e a microfraturas, predominantemente localizados dentro dos limites do halo de alteração do veio (estimado em 3,11 cm), enquanto minerais primários como quartzo e feldspato possuem porosidade muito baixa (0,1-0,3%). As microfraturas associadas ao veio de quartzo respondem pelas maiores porosidades encontradas, geralmente superiores a 4%, atingindo, raramente, valores acima de 10%. Em comparação com estudos de porosidade feitos na mesma área por outros autores em rochas com menor grau de alteração, o valor da porosidade calculada é inferior ao esperado, o que pode ser explicado pelo fato de que o espaço ocupado pelo veio de quartzo, mineral cuja porosidade é praticamente nula, constituía 100% de porosidade à época de cristalização. Desta forma, a porosidade original da rocha, antes da injeção de quartzo, era muito mais alta em relação aos valores calculados neste trabalho.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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