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dc.contributor.advisorTakase, Iracema-
dc.contributor.authorPaixão, Priscilla Velasco da-
dc.date.accessioned2018-08-19T13:29:23Z-
dc.date.available2018-08-21T03:00:19Z-
dc.date.issued2013-08-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/4517-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMetais pesadospt_BR
dc.subjectSedimentologiapt_BR
dc.subjectÁguas fluviaispt_BR
dc.titleDosagem de metais em sedimentos da Bacia do Rio São João no Estado do Rio de Janeiropt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2649970541946051pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8230587743378351pt_BR
dc.contributor.advisorCo1Stapelfeldt, Danielle Marques de Araujo-
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0549723858731158pt_BR
dc.contributor.referee1Melo, Ana Claudia do Amaral-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8817420732602033pt_BR
dc.description.resumoA Bacia Hidrográfica do Rio São João é um dos principais cursos d’água do Estado do Rio de Janeiro abrangendo oito municípios da Região dos Lagos e arredores. O rio São João e seus afluentes vêm sofrendo a ação destrutiva de seus recursos naturais ao longo dos anos, com a exploração de madeira e com a ocupação populacional desordenada em suas margens, através da expansão da agricultura, da pecuária e de loteamentos sem infraestrutura de saneamento básico. Na década de 70, a Bacia do Rio São João foi alvo de diversas obras pelo extinto Departamento Nacional de Obras e Saneamento – DNOS, com a construção de várias valas de drenagem, mudança de curso dos rios e construção da barragem e da represa de Juturnaíba. Atualmente a represa é responsável pelo abastecimento domiciliar e industrial na Região dos Lagos. Este trabalho visou obter maiores informações sobre a qualidade dos sedimentos da respectiva Bacia. Para esta avaliação foram definidos 10 pontos (numerados de 1 a 10) de amostragem ao longo do rio, à jusante da represa de Juturnaíba. Foram realizadas três campanhas de medição no período do outono e da primavera. Para a determinação dos metais foi utilizado à técnica de ICP-OES, os elementos foram Alumínio, Arsênio, Cádmio, Chumbo, Cobre, Cromo, Manganês, Níquel e Zinco. Com base nos valores-guia de qualidade de sedimento do Protocolo Canadense de 2002, constatou-se elevados níveis de metais nas amostras. Sendo eles: na 1ª coleta, Cádmio nos pontos 1, 2, 3, 4, 6 e 7, Cobre nos pontos 1 e 4 e Zinco no ponto 1; na 2ª coleta, Cádmio nos pontos 3, 4, 5 e 6; e na 3ª coleta, Cromo no ponto 2. Diante destes dados torna-se evidente a necessidade de um monitoramento periódico para a preservação da qualidade da água para a saúde humana e o meio ambiente.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Químicapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::QUIMICA::QUIMICA ANALITICApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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