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dc.contributor.advisorPinto Junior, Helder Queiroz-
dc.contributor.authorQuintslr, Enrique Melo-
dc.date.accessioned2018-08-27T21:58:34Z-
dc.date.available2018-08-29T03:00:19Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/4692-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectGás naturalpt_BR
dc.subjectPolítica energéticapt_BR
dc.subjectEnergia renovávelpt_BR
dc.subjectPolítica ambientalpt_BR
dc.subjectEuropapt_BR
dc.subjectRússiapt_BR
dc.titleO aumento da oferta de GNL e o impacto na vulnerabilidade energética da Europapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3107390040853067pt_BR
dc.description.resumoAs crises de abastecimento de gás natural e a posterior anexação da Crimeia pela Rússia evidenciaram os riscos, por parte dos países da Europa, em depender do fornecimento russo de gás natural. Como agravante, o foco atual das políticas energéticas é a transição para uma economia menos poluente, no qual o gás natural tem papel chave de “combustível de transição”. Desta forma, espera-se que a parcela do consumo de gás natural aumente nos próximos anos, em detrimento dos demais combustíveis fósseis. Neste contexto, há uma certa urgência por parte dos governos europeus em buscar alternativas ao gás natural russo, caso queiram diminuir sua vulnerabilidade energética. Uma saída estratégica é o incentivo à produção nacional de fontes de energia renováveis, porém, esta solução requer um planejamento complexo, além de acesso à tecnologia, não sendo viável para alguns países do continente europeu. Uma outra estratégia, mais promissora no curto prazo, é a diversificação das importações através do comércio com as empresas americanas de GNL. Com a produção de shale gas nos Estados Unidos e o acidente de nuclear do Japão (principal consumidor de GNL) o spread entre os preços internos de gás natural norte-americano e os preços asiáticos de GNL aumentou significativamente. Esta diferença acarretou em uma onda de investimento em plantas de liquefação nos EUA, garantindo em aumento de oferta até 2020. No entanto, a demanda asiática por GNL não cresceu o quanto era esperado, fazendo com que parte dessa nova produção americana tenha que buscar novos mercados, sendo um deles, potencialmente, a Europa. Neste trabalho são utilizando as projeções de importações da União Europeia estimadas até 2040 pela IEA para calcular indicadores de vulnerabilidade energética, confirmando o potencial do GNL americano em auxiliar os governos da Europa no processo de transição energética. No entanto, o quanto o GNL norte-americano conseguirá ingressar no mercado consumidor europeu dependerá, ultimamente, das reações dos produtores russos – no papel de incumbentes – para defender seu market-share.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA::ECONOMIAS AGRARIA E DOS RECURSOS NATURAISpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
Appears in Collections:Ciências Econômicas

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