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dc.contributor.advisorSilva, Beatriz Azeredo da-
dc.contributor.authorAlmeida, Arthur Reis Lacerda de-
dc.date.accessioned2018-08-29T19:04:56Z-
dc.date.available2018-08-31T03:00:16Z-
dc.date.issued2017-07-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/4728-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPrevidência socialpt_BR
dc.subjectSeguridade socialpt_BR
dc.subjectCrise econônicapt_BR
dc.subjectDistribuição de rendapt_BR
dc.subjectAnálise financeirapt_BR
dc.subjectPolítica econômicapt_BR
dc.subjectMercado de trabalhopt_BR
dc.titleA falsa Crise da Seguridade Social brasileira: análise financeira do período 2000–2015pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4180620049319913pt_BR
dc.description.resumoMuito se fala sobre a crise da previdência, mas pouco se sabe sobre como toda a contribuição é distribuída sobre os mais diversos tipos de gastos governamentais. Entende-se que os gastos feitos com o patrimônio apropriado é feito de forma benéfica a todos os contribuintes. Porém esmiuçando esses gastos conseguimos distinguir o que se toma como prioridade, muitas vezes ultrapassando limites e ferindo a Constituição brasileira. Ou seja, conseguimos provar de forma concreta que a crise da previdência social brasileira não tem base financeira com origem em seu balanço, mas se deve a uma má gestão utilizando-se de forma ilegítima da contribuição para compor outros campos da economia do pais. Os resultados desse estudo levam a conclusão de que o sistema de seguridade social é financeiramente auto-sustentável, sendo até capaz de gerar excedente de recursos. Neste caso, o que observamos é que parcela significativa de suas receitas é desviada para aplicações em outras áreas permitindo que as metas de superávit primário sejam cumpridas e até ultrapassadas. Ao contrário do que se ouve como justificativa do governo, o sistema de previdenciário brasileiro não está em crise e nem necessita de reformas visando o ajuste fiscal. No longo prazo, a capacidade de se sustentar deste sistema depende principalmente de mudanças na estrutura político-econômica, tendo como base o interesse comum e uma melhor distribuição de renda.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA::ECONOMIA DO BEM-ESTAR SOCIAL::ECONOMIA DOS PROGRAMAS DE BEM-ESTAR SOCIALpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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