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dc.contributor.advisorPinto Junior, Helder Queiroz-
dc.contributor.authorRibeiro, Lucas de Almeida-
dc.date.accessioned2018-08-30T14:55:29Z-
dc.date.available2018-09-01T03:00:19Z-
dc.date.issued2017-09-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/4766-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEnergia elétricapt_BR
dc.subjectOperador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)pt_BR
dc.subjectUsinas hidrelétricaspt_BR
dc.titleO papel do subsistema norte na expansão do sistema interligado nacional (2017-2024)pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3107390040853067pt_BR
dc.description.resumoO Setor Elétrico Brasileiro (SEB) possui dimensões continentais e um dos maiores potenciais hidráulicos tecnicamente aproveitáveis do mundo. O SEB é subdividido em quatro subsistemas físicos pelo Operador Nacional do Sistema (ONS), conforme especificidades de cada região. O subsistema Norte corresponde a cerca de metade do potencial hidráulico nacional e a três quartos do potencial não-inventariado: trata-se do novo horizonte de expansão da capacidade hídrica, com a construção de usinas hidrelétricas (UHEs) a fio d’água. Essa restrição, no entanto, impõe dificuldades de regularização das UHEs e uma geração sazonal, a depender do período úmido. O subsistema Norte concluirá a construção da maior UHE integralmente brasileira (Belo Monte, 11,2 GW) e conectará a última Unidade Federativa, Roraima, ao Sistema Interligado Nacional (SIN) até 2024. Esses marcos constituem desafios significativos de planejamento elétrico em uma região de baixo consumo e de elevado potencial gerador, o que impõe reforços de linhas de transmissão para os centros de carga como forma de aproveitar as afluências inter-regiões. Este trabalho estuda o perfil historicamente hídrico da matriz elétrica brasileira, a consolidação hidrotérmica e suas perspectivas de expansão de potência até 2024 (que será focada principalmente na adição de renováveis, o que tenderá a elevar a intermitência). Além de analisar a capacidade instalada e as contingências de redes, é dada especial atenção aos cronogramas dos empreendimentos com dois cortes temporais (julho de 2016 e abril de 2017), a fim de verificar a possível manutenção da margem de reserva do SIN. Observou-se a elevada viabilidade das hidrelétricas e a baixa viabilidade dos empreendimentos térmicos (UTEs). Novas UTEs, principalmente a gás natural, poderiam servir para neutralizar a intermitência trazida pelas eólicas. Entretanto, os entraves para as UTEs, mesmo as já contratadas, são diversos e comprometem suas operações comerciais no prazo legal e futuras ofertas nos leilões. Por fim, é abordada neste trabalho a importância do subsistema Norte no planejamento do setor, sendo a frente de expansão da nova potência hidrelétrica. Caracterizado por seu elevado potencial energético e por sua baixa demanda no SIN, o Norte configura-se proeminente exportador de eletricidade aos demais subsistemas na maior parte do tempo, mas sua localização impõe severos desafios de interligação de redes.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA::ECONOMIAS AGRARIA E DOS RECURSOS NATURAIS::ECONOMIA DOS RECURSOS NATURAISpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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