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dc.contributor.advisorProchnik, Victor-
dc.contributor.authorCoutinho, Pedro Villela-
dc.date.accessioned2018-09-03T19:51:14Z-
dc.date.available2023-12-21T03:03:14Z-
dc.date.issued2017-10-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/4813-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMercados globaispt_BR
dc.subjectComércio exteriorpt_BR
dc.subjectChinapt_BR
dc.subjectEstados Unidospt_BR
dc.titleEvolução recente do padrão de comércio exterior do Brasil com os Estados Unidos e a Chinapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7071148421168484pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho tem como objetivo a apresentação e análise do padrão de comércio exterior do Brasil com seus dois principais parceiros, China e Estados Unidos. Desde 2009 a China ultrapassou os americanos e se tornou o nosso principal parceiro comercial. Vamos analisar a tese se a mudança foi benéfica ao desenvolvimento econômico doméstico, em geral, e ao crescimento industrial, em particular. Serão apresentadas as condições estruturais e conjunturais que contextualizam esta mudança, a metodologia desenvolvida para a sua análise baseada, em princípio, na teoria clássica, mas especificamente na teoria ricardiana das vantagens comparativas e as subsequentes adaptações dos modelos. Na sequência serão apresentados os resultados dos coeficientes calculados para balizar estas análises. Por último, serão feitas as considerações finais. O comércio global tem crescido em ritmo acelerado desde a Segunda Guerra Mundial. O volume transacionado aumentou em 20 vezes de 1945 até os dias atuais. Esse ganho brutal de escala se deve à globalização, aos avanços tecnológicos, ao processamento de dados e informações online, que reduziram custos com logística, transportes e comunicação, proporcionando uma redução do tempo gasto para deslocar mercadorias. Com a proliferação de acordos regionais e bilaterais de redução de barreiras tributárias e não tributárias (como embargos por adequação a controles de qualidade, selos e certificações), os setores produtivos se reorganizaram em cadeias produtivas globais, integradas, na qual o desenvolvimento econômico doméstico está diretamente relacionado a interações eficientes com estas cadeias. A análise da estrutura de comércio nos permitirá compreender como o Brasil tem se posicionado estrategicamente, coordenado suas políticas e consolidado quais setores no acesso aos mercados globais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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