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dc.contributor.advisorCarvalho, José Luís Felício dos Santos de-
dc.contributor.authorSantos, Luan dos-
dc.date.accessioned2018-09-04T22:19:56Z-
dc.date.available2018-09-06T03:00:15Z-
dc.date.issued2011-06-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/4872-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPolítica ambientalpt_BR
dc.subjectRecursos naturaispt_BR
dc.subjectMeio ambientept_BR
dc.subjectPolíticas públicaspt_BR
dc.titleElaboração de políticas públicas voltadas à utilização dos recursos naturais e os instrumentos de política ambiental: uma análise a partir da evolução da história do pensamento econômico acerca do meio ambiente e das falhas de mercadopt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8388315009873625pt_BR
dc.contributor.advisorCo1Vinha, Valéria Gonçalves da-
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3280553357101647pt_BR
dc.description.resumoA partir da Revolução Industrial, cresceram significativamente as possibilidades de intervenção no meio ambiente por parte da espécie humana. Para além dos desequilíbrios ambientais decorrentes dessa maior capacidade de ação, tal revolução abriu caminho para uma expansão inédita na escala das atividades humanas, que pressionou fortemente a base de recursos naturais do planeta. Até fins da década de 1960, a teoria econômica neoclássica não reconhecia que os problemas ambientais pudessem causar falhas substanciais e persistentes em economias de mercado. De acordo com tal perspectiva, o sistema econômico funcionaria como se existissem fontes inesgotáveis de insumos materiais e de energia para alimentar o processo produtivo, como se as instâncias de produção e consumo operassem como um sistema isolado, cabendo à teoria econômica concentrar-se na análise dos fluxos de valor de troca circulando no seu interior, entre empresas e famílias. A partir da década de 1960, entretanto, começou-se a dar maior importância às questões ambientais. O status quo da economia não poderia, outrossim, ser mantido por muito tempo. Caso não ocorressem mudanças radicais, enfrentaríamos uma perda de bem-estar e, possivelmente, uma catástrofe ecológica. Entretanto, de acordo com os analistas liberais e com os economistas neoclássicos, os recursos naturais tendem a sofrer duas formas inter-relacionadas de falhas de mercado. A primeira envolve a impossibilidade ou a dificuldade na definição dos direitos de propriedade privada sobre tais recursos, enquanto a segunda abrange a grande incidência de externalidades negativas sobre os mesmos, levando a uma sequência de eventos prejudiciais à qualidade ambiental, devido ao fato de que os elementos da natureza são adjacentes uns aos outros e que, por conseguinte, o impacto em um recurso natural não se limita a este recurso, mas se estende aos demais. Nesse contexto, o presente trabalho foi estruturado de forma a traçar um panorama teórico sobre a evolução da história do pensamento econômico acerca do meio ambiente, através das análises das falhas de mercado, objetivando compreender o processo de elaboração das políticas públicas voltadas à utilização dos recursos naturais e os principais instrumentos de política ambiental utilizados.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Administração e Ciências Contábeispt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAOpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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