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dc.contributor.advisorPondé, João Luiz Simas Pereira de Souza-
dc.contributor.authorBarros, Carlos Eduardo Rezende Caire de-
dc.date.accessioned2018-09-14T20:49:31Z-
dc.date.available2018-09-16T03:00:11Z-
dc.date.issued2016-04-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/5009-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSocialismopt_BR
dc.subjectEconomiapt_BR
dc.subjectCálculo econômicopt_BR
dc.subjectSistema econômicopt_BR
dc.subjectCiência econômicapt_BR
dc.titleDebate sobre o cálculo econômico no socialismopt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3415371061361089pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho se propõe a expor os principais argumentos defendidos na controvérsia do cálculo econômico sob o socialismo. Durante um longo período, não foram feitas sérias objeções ou estudos econômicos aprofundados sobre o socialismo . Essa situação era consequência da visão marxista de que as categorias econômicas eram fenômenos historicamente construídos. Não seria possível analisar o socialismo antes de sua implementação. Com o desenvolvimento da economia neoclássica surgiu o chamado “argumento da similitude formal”. O argumento demonstrava que as categorias econômicas existiriam independentemente do sistema econômico. Ludwig Von Mises escreve um artigo que dá inicio a um debate sistemático sobre os possíveis problemas inerentes a uma economia socialista. Segundo Mises, sem propriedade privada não há mercado, portanto não haveria preços para os fatores de produção. Como consequência não seria possível alocar os fatores de produção racionalmente. Enrico Barone formulou sistemas de equações de equilíbrio geral e comparou seus possíveis resultados em uma economia de mercado e em um regime socialista. Suas equações mostravam que a cada série de preços haveriam diferentes quantidades demandadas e ofertadas para todos os bens. Caberia ao regime socialista encontrar uma série de preços que igualasse a oferta e a demanda para todos os bens. Por sua vez, Oskar Lange desenvolveu as ideias de Barone e formulou um sistema conhecido como socialismo de mercado. A ideia central é que as firmas do regime socialista deveriam operar minimizando os custos a cada série de preços. Observariam-se as quantidades ofertadas e demandadas de cada bem, verificando-se em quais deles há disparidades entre a oferta e a demanda. Desse modo, fariam-se correções nos preços, em um processo de tentativa e erro, até que o equilíbrio fosse alcançado e a oferta se igualasse a demanda para todos os bens. A proposta teórica de Lange teve grande impacto pois tornaria o socialismo viável não apenas em teoria, mas também executável na prática. Em reação à proposta de Lange, e a outras propostas de organização econômica do socialismo de corte walrasiano, os austríacos elaboraram respostas que expuseram com cada vez mais clareza as diferenças teóricas entre a Escola Austríaca e a Escola Neoclássica. O debate sobre o cálculo econômico sob o socialismo pode ser visto como uma cisão definitiva entre as duas correntes teóricas. O presente trabalho usará o debate como plano de fundo para expor as principais diferenças entre as duas escolas.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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