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dc.contributor.advisorMello, Claudio Limeira-
dc.contributor.authorBraga, Dandara David-
dc.date.accessioned2018-10-11T14:19:59Z-
dc.date.available2023-12-21T03:04:12Z-
dc.date.issued2011-02-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/5335-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCompartimentação topográficapt_BR
dc.subjectMorfotectônicapt_BR
dc.subjectBacia de Resendept_BR
dc.subjectBacia de Volta Redondapt_BR
dc.titleCompartimentação topográfica do médio vale do Paraíba do Sul (RJ) em uma Perspectiva Morfotectônicapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8440044607836952pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8924934722542531pt_BR
dc.contributor.advisorCo1Silva, Thiago Pinto da-
dc.contributor.referee1Silva, Telma Mendes da-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4010890086240743pt_BR
dc.contributor.referee2Silva Júnior, Gerson Cardoso da-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4103236636522942pt_BR
dc.description.resumoAs bacias de Resende e Volta Redonda situam-se em um compartimento topograficamente deprimido (depressão topográfica do médio vale do rio Paraíba do Sul), entre as serras da Mantiqueira e do Mar, segmentado em vários compartimentos colinosos. Esta segmentação é fortemente controlada por aspectos litoestruturais pré-cambrianos e, principalmente, por estruturas relacionadas à evolução tectônica mesozóica-cenozóica. O presente trabalho objetiva investigar, sob a ótica da morfotectônica, a porção do Segmento Central do Rift Continental do Sudeste do Brasil onde se inserem as bacias de Resende e Volta Redonda, buscando contribuir para as discussões a respeito da continuidade física pretérita (ou não) entre essas duas bacias. A metodologia do trabalho consistiu, inicialmente, na elaboração de um mapa hipsométrico visando caracterizar os diferentes compartimentos geomorfológicos em áreas deprimidas e elevadas. Este mapa foi elaborado, com uso do software ArcGis, a partir de Modelo Digital de Elevação SRTM/NASA, com resolução espacial de, aproximadamente, 90 metros. Foram confeccionados, também, perfis topográficos em varredura transversais às feições marcantes do relevo observadas no mapa hipsométrico, de modo a ressaltar a compartimentação em blocos soerguidos, rebaixados, flexurados ou basculados. Esses perfis foram elaborados a partir da extração das cotas dos topos das colinas, tomando-se faixas de 10 km de largura sobre cartas topográficas do IBGE na escala 1:50.000. Outra etapa realizada corresponde à análise de lineamentos estruturais, com base na interpretação, em ArcGis, do modelo digital de elevação. O mapa hipsométrico mostra três compartimentos topográficos principais: a Serra da Mantiqueira, a norte, com altitudes aproximadamente de 1.000 a 2.800m; a Serra do Mar, a sul, com altitudes aproximadamente de 1.000 até 2.000m; e a depressão do rio Paraíba do Sul, com altitudes em torno de 400 a 700m. A depressão do rio Paraíba do Sul apresenta uma orientação geral WNW-ESE, sendo compartimentada segundo blocos de orientação NE-SW, onde a acumulação sedimentar mais expressiva, em forma de bacias sedimentares (bacias de Resende e Volta Redonda), ocorre nos compartimentos colinosos mais rebaixados. Foram observados três principais feixes de lineamentos de orientação NE-SW, localizados, respectivamente, ao longo da borda sul da bacia de Volta Redonda, da borda norte na bacia de Resende, e do alto topográfico que separa as duas bacias. Outro importante conjunto de lineamentos, de orientação N-S, atravessa a região que separa as duas bacias. O resultado dos perfis em varredura integrado ao mapa hipsométrico mostra uma importante inversão topográfica da borda de maior desnivelamento topográfico, predominante na Serra da Mantiqueira, a oeste da bacia de Volta Redonda, e predominante no reverso da Serra do Mar a leste da bacia de Volta Redonda. Esta situação sugere a presença de uma zona de transferência conjugada, convergente e com sobreposição, situada na região da bacia de Volta Redonda. Por outro lado, a ausência de sedimentação expressiva em áreas deprimidas e a presença em outras (bacias de Resende e Volta Redonda) pode ser explicada com base no modelo de propagação de falhas pela ligação de segmentos isolados.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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