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dc.contributor.advisorSouza, Maria Julieta Nunes de-
dc.contributor.authorTeixeira, Christiane Duarte-
dc.date.accessioned2018-10-29T14:16:26Z-
dc.date.available2018-10-31T03:00:16Z-
dc.date.issued2014-08-25-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/5461-
dc.description.abstractThe contemporary reality sensitizes us by the approach of the exhaustion of natural resources and the accumulation of waste, being of extreme urgency the intellectual investment, besides the financial and the technological one, in this reflection on the treatment of everything that is consumed and discarded. It is worth recalling that this concern is not recent and has been raised since the nineteenth century in the neoclassical school, where the Marxist argument was maintained that the predatory exploitation of natural resources, promoted by capitalist techniques, would disturb the maintenance of the planet's ecosystem. However, this concern has always been softened by prioritizing the immediate reproduction of capital. Faced with the current productive process, its excesses in the extraction and accumulation of material discards, and its irreversible environmental accidents, the present text aims to motivate a reflection about the waste generated when environmental conscience is not predominant, ethically considering the existing entropy in matter and in its natural cycles in the environment. The text seeks to bring the added value of this waste to the capitalist interest itself by proposing, demonstrating and arguing that the so-called garbage is actually a new gold mine. In this sense, the question of waste in civil construction is used to show the potential in only one of several cycles in the production chain, and the "unlimited" characteristic that the production process assumes, considering that the residual components of a given process, or from consumption, can always be treated as inputs to a new process, and in this way suggest the emergence of new social conceptions that are more just and integrated with the planet, but can still generate profits and become part of the means of production currently capitalists.en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectResíduos sólidospt_BR
dc.subjectMeio ambientept_BR
dc.subjectReciclagem de resíduos urbanospt_BR
dc.titleLixo ordinário, espacialidades extraordinárias: o entulho como matéria prima para construirpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de especializaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1912225143003630pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8798745824796800pt_BR
dc.description.resumoA realidade contemporânea nos sensibiliza pela aproximação do esgotamento dos recursos naturais e do acúmulo de resíduos, sendo de extrema urgência o investimento intelectual, além do financeiro e do tecnológico, nesta reflexão sobre o tratamento de tudo que é consumido e descartado. Vale lembrar que esta preocupação não é recente, sendo levantada desde o século XIX, na escola neoclássica, onde se resguardava a argumentação marxista de que a exploração predatória dos recursos naturais, promovida pelas técnicas capitalistas, perturbaria a manutenção do ecossistema do planeta. Porém esta preocupação sempre foi sendo abrandada priorizando a reprodução imediata do capital. Diante do processo produtivo atual, seus excessos na extração e acúmulo de descarte de materiais, e seus irreversíveis acidentes ambientais, o presente texto tem por objetivo motivar uma reflexão acerca do desperdício gerado quando não se predomina a consciência ambiental, que considere eticamente a entropia existente na matéria e em seus ciclos naturais no meio ambiente. O texto procura trazer o valor agregado deste resíduo para o próprio interesse capitalista ao propor, demonstrar e discutir que o chamado lixo é na verdade uma nova mina de ouro. Neste sentido, a questão do resíduo na construção civil é utilizada para evidenciar o potencial existente em apenas um dos diversos ciclos na cadeia de produção, e a característica “ilimitada” que o processo de produção assume, ao considerar que os componentes residuais de um dado processo, ou oriundos do consumo, possam sempre ser tratados como insumos de um novo processo, e desta forma sugerir o surgimento de novas concepções sociais mais justas e integradas com o planeta, podendo ainda assim, gerar lucros e se inserir nos meios de produção atualmente capitalistas.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regionalpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regionalpt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL::SERVICOS URBANOS E REGIONAISpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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