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dc.contributor.advisorSimões, Soraya Silveira-
dc.contributor.authorRêdes, Laura Souza-
dc.date.accessioned2018-10-29T15:26:38Z-
dc.date.available2018-10-31T03:00:16Z-
dc.date.issued2014-08-25-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/5475-
dc.description.abstractCommunity residents of the Horto Forest, in the city of Rio de Janeiro, are being threatened to be removed from their houses since 1980, when the management of the Botanical Gardens of Rio de Janeiro Research Institute filed for repossession. Most of the residents either worked or are related to former workers of the Institute and other ventures that were there settled. At the time of the occupation of the area, the residents were invited to live closer to work, since the public transportation was so precarious. The management of the Institute, in accordance with the federal government, demands that the repossession of the residents in order to increase the park's size, supporting arguments as "preservation" of a "commonweal". On the other side, the residents emphasize the timeless characteristic of the community claiming their families have historic memories of the neighborhood since before the occupation process. Listening to the resident's stories, it was possible to have different points of views of the area, taking us back to a past where the relationship between residents and the "Jardim Botanico" was a lot different.en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectReintegração de possept_BR
dc.subjectInstituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectDireito civilpt_BR
dc.titleA casa e o parque: a relação entre os moradores da "comunidade" do Horto e o "Jardim Botânico"pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de especializaçãopt_BR
dc.contributor.referee1Oliveira, Fabrício Leal de-
dc.description.resumoOs moradores da comunidade do Horto Floresta, na cidade do Rio de Janeiro são ameaçados de remoção de suas casas desde 1980 quando a gerência do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro começou com pedido de reintegração de posse. A maioria desses moradores trabalhou ou é parente de extrabalhadores do Instituto e de outros empreendimentos que ali se instalaram. Na época de ocupação da área, tais moradores foram convidados a residir mais próximo do trabalho, tendo em vista a precariedade do transporte na época. A gerência do Instituto em acordo com algumas instâncias do governo federal deseja a remoção desses moradores para aumentar a área do parque, usufruindo de argumentos apoiados na “preservação” de um “bem público”. Já os moradores enfatizam o caráter imemorial da comunidade alegando que suas famílias possuem história no Horto desde o processo de ocupação da localidade. A partir das narrativas desses moradores pudemos construir outros “dizeres” de quem ali mora, transportando-nos para um passado que nos faz perceber de outra forma a relação entre os moradores e o “Jardim Botânico”.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regionalpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regionalpt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL::FUNDAMENTOS DO PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL::HISTORIA URBANApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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