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dc.contributor.advisorSchmitt, Renata da Silva-
dc.contributor.authorRibeiro, Felipe Martins de Miranda-
dc.date.accessioned2019-04-04T13:49:04Z-
dc.date.available2019-04-06T03:00:11Z-
dc.date.issued2018-06-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/7037-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectGeologia Estruturalpt_BR
dc.subjectPraia das Conchaspt_BR
dc.subjectCabo Frio (RJ)pt_BR
dc.titleAnálise das estruturas dúcteis do embasamento paleoproterozóico da Praia das Conchas, Cabo Frio, RJpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2313290767284040pt_BR
dc.contributor.referee1Medeiros, Silvia Regina de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7464673635442663pt_BR
dc.contributor.referee2Kussama, Hugo Henning-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4997859843459774pt_BR
dc.description.resumoAs rochas que afloram na região da Praia das Conchas, em Cabo Frio, no Estado do Rio de Janeiro, pertencem ao embasamento ortognáissico paleoproterozoico do Domínio Tectônico Cabo Frio (DTCF), terreno que ocupa a porção mais a leste da Faixa Ribeira. O DTCF compreende rochas ortoderivadas paleoproterozoicas tectonicamente intercaladas com supracrustais neoproterozoicas, considerado por alguns autores como um terreno exótico e por outros como a transição a leste do Orógeno Ribeira com o cráton do Congo. Seu embasamento já foi submetido a eventos de convergência e divergência, e suas estruturas dúcteis principais estão orientadas em NW-SE, ortogonalmente ao padrão de trends dos terrenos vizinhos da Faixa Ribeira. O objetivo deste trabalho é estudar a geometria e a cinemática das estruturas deformacionais dúcteis nos dois costões rochosos na região da Praia das Conchas, com a finalidade de corroborar com o entendimento sobre a evolução tectônica da área. Através da análise dessas rochas, foi possível separá-las em zonas de alto strain, com foliação milonítica penetrativa, e zonas de baixo strain, representada por foliação incipiente que possivelmente é mais antiga. Seus trends estruturais tem orientação semelhante, predominando E-W e NW-SE, embora a zona de baixo strain apresente maior variação em suas medidas. A zona de alto strain é representada por zonas de cisalhamento, às vezes com boudins ortoanfibolíticos, veios de quartzo e feldspato (leucossomas), lineação de estiramento e indicadores cinemáticos de diferentes tipos: arraste (“drag”) da foliação da rocha encaixante, boudins ortoanfibolíticos assimétricos, porfiroblastos de feldspato com bordas de pressão e veios quartzo-feldspáticos oblíquos. Predominam indicadores de movimento dextral nas zonas de cisalhamento, com lineações caindo parta NNW. Tal movimento, visto que as foliações mergulham para N e NE, implicaria em uma convergência oblíqua com topo para SSE. Também foram localizadas zonas de cisalhamento N-S extensionais, com mergulho de baixo ângulo para E, sem ocorrência de leucossomas, provavelmente associadas a evento posterior que ocorreu quando essas rochas já ocupavam uma porção superior da crosta. Todas as unidades da área são cortadas por diques basálticos com orientação NE-SW.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
Appears in Collections:Geologia

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