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dc.contributor.advisorEarp, Fábio de Silos Sá-
dc.contributor.authorHuback, Vanessa Barroso da Silva-
dc.date.accessioned2016-08-25T22:20:25Z-
dc.date.available2023-12-21T03:02:59Z-
dc.date.issued2014-12-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/732-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPlano Nacional de Desenvolvimento (Brasil)pt_BR
dc.subjectMilagre econômicopt_BR
dc.subjectDesenvolvimento industrialpt_BR
dc.title2º PND revisitado : diferentes visões acerca do planopt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0337996049282754pt_BR
dc.contributor.referee1Barros, Carlos Pinkusfield Monteiros de-
dc.contributor.referee2Prado, Luiz Carlos-
dc.description.resumoO objetivo deste trabalho é retomar as diferentes visões dos economistas acerca do II PND, último plano consistente de desenvolvimento industrial realizado no Brasil. Numa conjuntura extremamente desfavorável, foi adotada uma estratégia extremamente audaciosa, o que gerou muitas críticas em relação à viabilidade do plano e seus impactos sobre a economia brasileira naquele momento. Para os defensores do II PND, esta seria a única solução possível para o país continuar seu modelo de desenvolvimento baseado no crescimento acelerado, através da diversificação industrial e autossuficiência energética, tendo a crise do petróleo apenas acelerado a sua implantação. Já os críticos do plano se dividem em dois grupos principais. O primeiro conjunto de autores questionam as metas audaciosas e a ausência de políticas eficientes para resolver os problemas sociais. Enquanto isso, para os economistas do segundo grupo, a economia brasileira estava em fase descendente e, portanto, o II PND seria ineficaz para reverter a crise. Por fim, temos a análise crítica de Santos e Colistete (2009) sobre a estratégia adotada pelo plano, que mostra a inconsistência do plano através de uma análise quantitativa. O grande ônus do II PND foi o aumento no endividamento externo, que contribuiu significativamente para os graves desequilíbrios enfrentados pelo Brasil nas décadas seguintes.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
Appears in Collections:Ciências Econômicas

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