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dc.contributor.advisorLage, Paulo Laranjeira da Cunha-
dc.contributor.authorCotia, Danielle Marques Raposo-
dc.date.accessioned2019-05-23T12:21:53Z-
dc.date.available2019-05-25T03:00:16Z-
dc.date.issued2012-01-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/8153-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRecuperação avançada de óleopt_BR
dc.subjectInjeção de CO2pt_BR
dc.subjectWAGpt_BR
dc.subjectSimulação de Reservatóriopt_BR
dc.subjectIncerteza Geológicapt_BR
dc.titleAnálise da recuperação avançada de óleo através da injeção de CO2 alternado com água sob incerteza geológicapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorCo1Monteagudo, Jorge Eduardo Palomino-
dc.contributor.referee1Couto, Paulo-
dc.contributor.referee2Leitão Júnior , Ivan Ladim Frota-
dc.description.resumoA recuperação avançada de óleo através da injeção de CO2 em reservatórios de óleo é utilizada comercialmente desde os anos de 1970. O CO2, ao ser injetado no reservatório, interage com o óleo reduzindo sua tensão interfacial com a água, causando o seu inchamento e reduzindo sua viscosidade; efeitos esses que contribuem para que se recupere mais óleo do reservatório do que utilizando somente a energia do reservatório para a produção(recuperação primária) e do que injetando fluidos imiscíveis, gás ou água, no reservatório (recuperação secundária). Muitas vezes,utiliza-se a injeção alternada de CO2 e água (WAG) com o objetivo de se melhorar a eficiência da recuperação. A motivação inicial do uso do CO2 para injeção em reservatórios de óleo foi, principalmente, a disponibilidade desse gás na região e a existência da infraestrutura necessária para seu transporte. No entanto, nos últimos anos, como consequência das questões ambientais relacionadas ao efeito estufa, considera-se o uso desse método de recuperação avançada de óleo como objetivo de sequestro de CO2, evitando que o mesmo seja ventilado diretamente para a atmosfera. No Brasil,o interesse nesse método cresce quando se considera a possibilidade de seu uso para a recuperação do óleo dos reservatórios do pré-sal, que são ricos em CO2 e terão de ser tratados para a separação desse gás na plataforma. Para que não se ventile esse gás na atmosfera, a reinjeção do mesmo nos reservatórios é uma opção. O presente trabalho utiliza uma importante ferramenta de previsão de comportamento de reservatório de petróleo utilizada na indústria, a simulação numérica, para analisar alguns aspectos da recuperação avançada de óleo através da injeção de CO2 em um cenário de incerteza geológica com condições similares às encontradas nos reservatórios do pré-sal brasileiro. Analisa-se o efeito da injeção de CO2 puro e da injeção WAG contra a injeção de água pura no reservatório. Para o caso WAG, realiza-se uma análise de sensibilidade aos diferentes parâmetros da injeção.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola Politécnicapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIASpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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