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dc.contributor.advisorFerraz, João Carlos-
dc.contributor.authorLopes, Igor Esteves-
dc.date.accessioned2019-08-29T13:41:14Z-
dc.date.available2019-08-31T03:00:24Z-
dc.date.issued2019-01-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/9239-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSistema financeiro - Brasilpt_BR
dc.subjectBancos comerciaispt_BR
dc.subjectOperações financeiras _Bancospt_BR
dc.subjectLiquidezpt_BR
dc.titleSistema bancário brasileiro: uma análise da vocação curtoprazista das carteiras de seus bancospt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9602988126832697pt_BR
dc.contributor.advisorCo1Ramos, Luma Souza-
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5235481699204563pt_BR
dc.description.resumoO trabalho busca analisar o sistema bancário brasileiro e em que medida e extensão existe uma vocação curtoprazista nesse sistema, especialmente no ramo de bancos múltilpos com carteira comercial. A vocação curtoprazista das carteiras dos bancos comerciais é enfocada com base nas considerações de duas correntes teóricas a respeito do funcionamento do sistema bancário: a da intermediação financeira e a pós-keynesiana. É feita também a apresentação de um panorama do mercado bancário brasileiro, em termos regulatórios (as mudanças desde o Plano Real até a regulação vigente), de estrutura do mercado (nível de concentração do sistema bancário, estrutura de captação dos bancos, rentabilidade e atuação dos bancos) e de evolução do crédito, inclusive com análise da evolução dos spreads dos bancos e do custo de crédito para o tomador, medidos pelo BACEN. Os principais argumentos dessas correntes vão ser analisados à luz de relatórios do Banco Central e de órgãos de regulação relativos ao setor bancário brasileiro. Ao fim serão apresentados alguns aspectos chave das carteiras dos principais bancos comerciais brasileiros: no lado do ativo, volume de crédito por modalidade (cartão de crédito, crédito consignado, habitacional, giro, etc.) e as linhas principais oferecidas por cada banco, em termos de remuneração e maturidade, e no lado do passivo, a estrutura de captação dos bancos, observando seus instrumentos, também em questão de remuneração e maturidade. Serão discutidas as conclusões apontadas pelos dados analisados e questões relativas aos aspectos contemporâneos do setor bancário brasileiro. Pela análise feita, considerou-se que os argumentos da teoria pós-keynesiana explicam a atuação dos bancos de maneira mais completa, na medida em que a visão convencional deixa de fora do escopo de sua análise fatores importantes na economia como a preferência pela liquidez dos bancos e sua capacidade de conformar o mercado – inclusive influenciar preferências de investidores – de acordo com sua estratégia de atuação. Fatores de explicação da concentração dos bancos no curto prazo como o risco advindo da inadimplência no sistema bancário, o baixo nível de poupança na economia brasileira e a competição promovida pelos bancos públicos – argumentos da visão convencional - se mostraram menos fortes que a alta rentabilidade que os bancos obtêm no curto prazo com remunerações altas de ativos de mais curto prazo, como títulos públicos e empréstimos a pessoas físicas de alta rentabilidade, como cartão de crédito – argumentos pós-keynesianos.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Economiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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