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dc.contributor.advisorMelo, Sandra Cordeiro de-
dc.contributor.authorLopes, Caroline Oliveira-
dc.date.accessioned2021-07-28T22:29:25Z-
dc.date.available2023-12-21T03:08:01Z-
dc.date.issued2021-06-09-
dc.identifier.citationLOPES, Caroline Oliveira. Transtorno do espectro autista: um estudo bibliográfico sobre a evolução do conceito e as estratégias de inclusão propostas no período de 1996 a 2020. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Pedagogia) - Faculdade de Educação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/14652-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTranstornos do espectro autistapt_BR
dc.subjectEducação inclusivapt_BR
dc.subjectAutistaspt_BR
dc.titleTranstorno do espectro autista: um estudo bibliográfico sobre a evolução do conceito e as estratégias de inclusão propostas no período de 1996 a 2020pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.referee1Xavier, Giseli Pereli de Moura-
dc.contributor.referee2Cerdas, Luciene-
dc.description.resumoO presente trabalho tem por objetivo apresentar um estudo bibliográfico sobre a evolução do conceito do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e as estratégias de inclusão propostas no período entre 1996 e 2020. Foram pesquisadas as bases de dados Scielo e Google Acadêmico e chegou-se ao universo de 55 artigos referentes à temática abordada. Este estudo visa especificamente: a) estudar e descrever as mudanças do conceito do TEA desde a sua formulação por Kanner, e b) analisar as estratégias de inclusão dos alunos com TEA na Escola Regular propostas pelos autores. Considerando que desde a descoberta por Léo Kanner em 1943, denominado à época como Transtorno Autístico do Contato Afetivo, vem sofrendo ao longo dos anos, transformações na sua nosologia (por meio dos DSMs (1952, 1968, 1980, 1987, 1994, 2000, 2013) e CIDs (1893, 1948, 1955, 1965, 1975, 1989, 2021) e consequentemente mudanças na sua epidemiologia. Este estudo analisa dentre outros, os escritos de KLIN, Ami (2006) OLIVEIRA, Bruno et al, (2017) MELO, SANTIAGO & SANTOS (2015), para o referencial teórico. Baseia-se no método de pesquisa bibliográfica (PIZZANI et al, 2012) e utiliza-se do instrumento do Mapa Conceitual (BARBOSA e MATOS, 2018) para os processos de análise de dados. A análise deste material revelou que o Autismo passou por transformações em sua nomenclatura, o que gerou consequências na prevalência de casos. Além disso revelou as diferentes características e desordens sensoriais presentes nesse Transtorno que consequentemente apresenta estratégias especificas de inclusão das crianças com TEA na sala de aula regular. Por fim, demonstrou que a inclusão é algo ainda novo e que foi através de diversas políticas e lutas que os Autistas conseguiram, o mínimo espaço na sociedade na nas salas de aula regular.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Educaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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