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dc.contributor.advisorLobo, Leandro Araujo-
dc.contributor.authorCosta, Scarlathe Bezerra da-
dc.date.accessioned2023-04-26T15:06:16Z-
dc.date.available2023-12-21T03:01:20Z-
dc.date.issued2016-12-13-
dc.identifier.citationCOSTA, S. B. da. (2016). Associação entre os reguladores transcricionais BmoR e OxyR e características fenotípicas de cepas de Bacteroides fragilis [Trabalho de conclusão de curso, Universidade Federal do Rio de Janeiro]. Repositório Institucional Pantheon.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/20315-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectBacteroides fragilispt_BR
dc.subjectRegulação da expressão gênicapt_BR
dc.subjectEstresse oxidativopt_BR
dc.subjectBactérias anaeróbiaspt_BR
dc.subjectGene expression regulationpt_BR
dc.subjectOxidative stresspt_BR
dc.subjectBacteria, Anaerobicpt_BR
dc.titleAssociação entre os reguladores transcricionais BmoR e OxyR e características fenotípicas de cepas de Bacteroides fragilispt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1905052991141654pt_BR
dc.contributor.advisorCo1Teixeira, Felipe Lopes-
dc.contributor.referee1Laport, Marinella Silva-
dc.contributor.referee2Pauer, Heidi-
dc.contributor.referee3Miranda, Karla Rodrigues-
dc.description.resumoBacteroides fragilis é um bacilo Gram-negativo anaeróbio que é encontrado predominantemente no trato gastrointestinal e é componente da microbiota anfibiôntica do homem, mas pode se tornar um patógeno levando a quadros clínicos como bacteremias e endocardites. Essa bactéria é o anaeróbio estrito mais isolado de processos infecciosos de origem endógena, e, acredita-se que sua perpetuação em um quadro infeccioso se dê principalmente pela expressão de fatores de virulência e sua alta resistência ao estresse oxidativo. Dentre os anaeróbios, B. fragilis é uma das bactérias mais resistentesà exposição ao oxigênio, podendo sobreviver por até 72 horas em ambiente aeróbio. O oxigênio leva à formação de radicais livres de oxigênio que atuam de forma deletéria para a célula.B. fragilis possui uma resposta ao estresse oxidativo onde há a alteração da expressão de diversos genes codificantes de proteínas que vão atuar no combate desses radicais, como os que codificam as enzimas detoxificantes: superóxido dismutase e catalase. Grande parte da expressão desses genes é controlada pelo regulador OxyR, mas um outro regulador, o BmoR, que pertence à família de reguladores transcricionais MarR também participa dessa resposta. Já se sabe que a expressão de BmoR é independente de OxyR, porém, ainda não são claros quais os mecanismos envolvidos nessa resposta. Portanto, o principal objetivo desse trabalho foi avaliar a prevalência dos genes bmoR e oxyR em cepas de B. fragilis,assim como, as características fenotípicas das mesmas. Inicialmente, foi pesquisada a prevalência do gene bmoRe oxyRem um conjunto de cepas de B. fragilis, sendo observado que nem toda cepa deste microrganismo é portadora desses genes. Este mesmo conjunto de cepas foi submetido à exposição a agentes oxidantes como o O2 atmosférico e ao Peróxido de hidrogênio (H2O2) a 3%. Observamos que o fenótipo dessas cepas varia entre os dois agentes testados, porém, não foi possível estabelecer uma relação causal entre a presença dos genes e o fenótipo observado. Ainda foram utilizadas cepas mutantes de B. fragilis para o gene bmoR,oxyR ou um mutante duplo para ambos em testes in vitro e in vivo. Quando essas cepas foram expostas a macrófagos peritoneais e medulares, percebeu-se que não há diferença na sobrevivência de nenhuma das mutantes quando comparadas a cepa selvagem independente da célula ao qual elas foram expostas. Já quando foi avaliada a capacidade de formar abscessos em camundongos C57BL/6 foi observado que a ausência do gene oxyR levou a uma diminuição na expressão desse fator de virulência. Esperamos que os resultados obtidos nesse estudo ajudem a esclarecer a influência dos reguladores BmoR e OxyR nas características fenotípicas de cepas de B. fragilis e de que forma esses reguladores estariam relacionados à capacidade de B. fragilis de prevalescer em processos infecciosos.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Microbiologia Paulo de Góespt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::MICROBIOLOGIApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::IMUNOLOGIApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
Appears in Collections:Ciências Biológicas - Microbiologia e Imunologia

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