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dc.contributor.advisorSilva, Edson Rosa da-
dc.contributor.authorOliveira, Rafael Silva de-
dc.date.accessioned2021-06-07T13:49:47Z-
dc.date.available2021-06-09T03:00:09Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/14413-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTraduçãopt_BR
dc.subjectFlaubert, Gustavept_BR
dc.subjectColet, Louisept_BR
dc.subjectCritica literáriapt_BR
dc.subjectEpistolografiapt_BR
dc.titleCrítica espistolar: os desafios da tradução em Flaubertpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9349701679851946pt_BR
dc.description.resumoNeste trabalho trataremos um pouco da experiência pessoal enquanto pesquisador e estudante do curso de Letras (Português - Francês). De início, foi realizada a tradução de cinco cartas que Flaubert escreveu a sua amante, Louise Colet, nas quais tece comentários sobre o livro que estava escrevendo, Madame Bovary, e explicita sua concepção artística ideal. Utilizando essas cartas, estabeleceram-se reflexões sobre a tradução e discutiram-se também os problemas concernentes a essa tarefa tão complexa. À luz de tradutólogos importantes como Antoine Berman, George Mounin e George Steiner, foi possível construir argumentos para sustentar este texto. Tentei descrever os principais procedimentos de que me servi para me desvencilhar das dificuldades advindas desta prática. Portanto, organizaram-se, em quatro grupos diferentes e segundo suas características, exemplos de obstáculos relativos ao ato tradutório. Assim, há um corpus em que o obstáculo para a tradução são os trechos metafóricos, traço comum do escritor que se ocupa da literatura, um outro que reúne os entraves causados por uma utilização particular da gramática, há também a categoria que compreende as frases compostas por expressões arcaicas e, por fim, há um grupo que engloba frases cujo contexto é obscuro, o que torna o trabalho do tradutor muito complicado. Além disso, este estudo nos permitiu refletir sobre o estilo da escrita deste autor, seja no gênero epistolar, seja em sua obra literária em geral. Houve uma tentativa de colocar em destaque a importância da interpretação, e mostrar que ela contribui para a performance do tradutor. Com relação ao valor dessas mensagens, pode-se observar a presença, ao mesmo tempo, de verdadeiros conceitos artísticos e informações banais sobre a vida cotidiana. O mesmo acontece para a forma, Flaubert redige as cartas em certos momentos de maneira erudita, enquanto que em outras circunstâncias ele recorre às expressões populares. É por isso que se pode concluir que ele realiza, em suas correspondências com Louise Colet (1851-1855), pelo menos naquelas que analisamos, um exercício de erudição popular, porque ao mesmo tempo em que ele dispõe do modo de expressão ensaístico, afim de exprimir suas teorias e visão de mundo, ele emprega também termos familiares do século XIX.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Letraspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURAS ESTRANGEIRAS MODERNApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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