Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11422/20325
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorCampos, Juacyara Carbonelli-
dc.contributor.authorEsteves, Rafael Costa-
dc.date.accessioned2023-04-27T22:12:49Z-
dc.date.available2023-12-21T03:01:20Z-
dc.date.issued2017-08-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/20325-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectBiomassas residuaispt_BR
dc.subjectBiodigestorespt_BR
dc.subjectBiogáspt_BR
dc.subjectProduçãopt_BR
dc.titleAvaliação de biodigestores em escala de bancada para geração de biogás de resíduos orgânicospt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7972936754516344pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1126505079580407pt_BR
dc.contributor.advisorCo1Lopes, Camila Calicchio-
dc.contributor.advisorCo1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2768702666636722pt_BR
dc.contributor.referee1Almeida, Valéria Castro de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0852443660674894pt_BR
dc.contributor.referee2Almeida, Luiz Fernando da Silva-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5567051873821655pt_BR
dc.contributor.referee3Anjos, Gullit Diego Cardoso dos-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/0016009856129805pt_BR
dc.description.resumoBiomassas residuais das mais diversas atividades (detritos de animais, resíduos de esgoto, aterro sanitário, restos de comida, entre outros) possuem grande potencial de aproveitamento, como para geração de biogás em substituição do gás natural e a produção de biofertilizantes. Os biodigestores são equipamentos de operação e construção simples, que podem ser continuamente alimentados com biomassa residual, contribuindo para o aproveitamento energético dos resíduos e consequente gestão ambiental assim como a redução de impactos ambientais ocasionados pelo armazenamento inadequado desses recursos. O biogás é uma mistura de dióxido de carbono (CO2) e metano (CH4), produzido a partir da biodigestão anaeróbica de matéria orgânica; esse biocombustível gasoso pode ser utilizado em fogões, motores e geradores de energia elétrica em substituição ao gás natural derivado de petróleo. Outro biocombustível difundido na matriz energética brasileira é o biodiesel, que tem como subproduto de sua reação de produção o glicerol. Esse componente é uma biomassa residual com alta disponibilidade de carbono facilmente degradável e, por isso, espera-se que sua adição a um sistema de biodigestão melhore o rendimento do processo de degradação e a qualidade do biogás gerado em termos de teor de metano. Apesar do metano ser considerado mais poluente do que o gás carbônico proveniente da queima de combustíveis fósseis, seu aproveitamento representa uma destinação mais sustentável aos resíduos orgânicos, impedindo que este gás poluente seja liberado para a atmosfera. Um processo de biodigestão eficiente depende de uma série de fatores, como inóculo, matéria-prima, pH, entre outros e, dessa forma, é importante entender como cada variável influencia no processo. Sendo assim, a proposta deste trabalho é estudar o processo de biodigestão da matéria-prima orgânica, utilizando reatores anaeróbicos em escala de bancada, controlando-se as variáveis de processo. Foram testadas três configurações de biodigestores, uma com 250mL de volume total onde foi estudada a melhor condição de operação para ser implementada em biodigestores maiores; outra com 3L de volume total e outra com 10L de volume total. Nos biodigestores de 250mL os melhores resultados foram de 9,21% de metano na condição sem agitação e com aquecimento de 35ºC, sendo esta a melhor condição estudada. Os resultados dos experimentos de 3L e 10L foram uma produção de metano maior nos biodigestores onde glicerol foi adicionado. Nos de 3L o percentual máximo de metano com adição do glicerol foi de 68,2% e sem adição foi de 47,8% o que representa uma potencialização de 42,6%, já nos biodigestores de 10L o percentual máximo de metano com adição de glicerol foi de 59,0% e sem adição foi de 51,8% representando uma potencialização de 13,9%. Comprovando que a adição de glicerol residual aumenta o percentual de metano no biogás.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Químicapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA QUIMICA::PROCESSOS INDUSTRIAIS DE ENGENHARIA QUIMICA::PROCESSOS BIOQUIMICOSpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
Appears in Collections:Química Industrial

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
RCEsteves.pdf776.92 kBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.