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dc.contributor.advisorCanevaro, Lucía Viviana-
dc.creatorMardegan, Flávia Mesquita-
dc.date.accessioned2026-07-16T20:14:53Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/29653-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRadiologiapt_BR
dc.subjectDosimetriapt_BR
dc.subjectProteção radiológicapt_BR
dc.titleInterpretação quantitativa dos fatores associados à exposição ocupacional e de pacientes em neurorradiologia intervencionistapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.description.resumoA Radiologia Intervencionista tem um papel fundamental em neurologia, principalmente no diagnóstico e na terapia de aneurismas. A prática consiste numa técnica minimamente invasiva em que o médico utiliza um cateter e um fio guia através de uma incisão femoral para chegar ao local em que se deseja, utilizando radiação ionizante. Muitas vezes, essa prática implica em elevados níveis de doses ocupacionais e em pacientes em função das altas taxas de doses, elevados tempos de exposição, grande número de aquisições digitais e proximidade do profissional a fonte e ao meio espalhador (paciente). Para verificar as taxas de dose e buscar uma maneira de se minimizar os riscos para pacientes e profissionais, este trabalho foi realizado com o equipamento fluoroscópico da marca SIEMENS, com arco em C, instalado no serviço de hemodinâmica de um hospital público de grande porte do Rio de Janeiro, especializado em Neurologia. Foram acompanhados 160 procedimentos de arteriografia cerebral, e os objetivos principais se encerraram em: realizar dosimetria em pacientes e profissionais; avaliar o desempenho do equipamento de raios X; realizar uma análise estatística das informações armazenadas no Banco de Dados (IRaD) e levantamento radiométrico. Foram utilizados o Sistema dosimétrico RaySafe Solo® e Ray Safe i2®, placas de polimetilmetacrilato (PMMA) para simular o paciente, objeto de Leeds TOR 18FG para testar resolução de alto e baixo contrastes. Com a dosimetria de profissionais, foi verificado que o médico operador recebe em média (22,2 ± 27,2) μSv por procedimento no tórax e (154 ± 146) μSv no joelho esquerdo. Já para pacientes, o PKA total médio foi de (50,4 ± 44,3) Gycm². Ao comparar nossos resultados com os de outros autores encontrados na literatura observa-se que estão na mesma ordem de grandeza e desvio padrão. O desvio padrão é elevado devido à grande variabilidade da amostra. No controle de qualidade foi verificado que o equipamento intervencionista apresentou um bom desempenho (com exceção da exatidão do kVp), de acordo com as recomendações dos protocolos. Uma das maneiras para minimizar doses altas no joelho é a recomendação do uso do saiote plumbífero que se encontra na mesa do procedimento. Além disso, o treinamento sobre a proteção radiológica para toda equipe médica merece destaque, a fim de reduzir os efeitos da radiação. Uma das medidas para minimizar doses em pacientes é que o médico mude as angulações do arco enquanto está tentando acessar a área que será analisada. Isso evita a exposição de um único local do paciente e possíveis efeitos determinísticos.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Físicapt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::FISICApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.embargo.lift2026-07-17T20:14:53Z-
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