Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11422/3823
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dc.contributor.advisorAmaral, Marcio Tavares d'-
dc.contributor.authorVarandas, Mariana dos Santos-
dc.date.accessioned2018-04-03T20:20:43Z-
dc.date.available2018-04-05T03:00:20Z-
dc.date.issued2017-07-08-
dc.identifier.citationVARANDAS, Mariana dos Santos. A exposição do indivíduo sob a ótica do grotesco: estudo de casos na modernidade e no Facebook. 2017. 85 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação - Habilitação em Jornalismo) - Escola de Comunicação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/3823-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMeios de comunicação de massapt_BR
dc.subjectRedes sociaispt_BR
dc.subjectGrotescopt_BR
dc.titleA exposição do corpo sob a ótica do grotesco: estudo de casos na modernidade e no Facebookpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7322409196325122pt_BR
dc.contributor.referee1Luz, Cristina Rego Monteiro da-
dc.contributor.referee2Costa, Cristiane Henriques-
dc.description.resumoInvestiga as diferentes expressões simbólicas pelas quais o grotesco tem transitado ao longo dos tempos. De sua gênese, como categorização estética, o grotesco foi se expandindo no bojo das transformações sócio-culturais, passando a classificar estereótipos físicos e comportamentais, sempre em referência ao corpo que causava estranhamento, ao bizarro ou ao sarcástico. O grotesco será analisado sob o embasamento de grandes teóricos do assunto como Muniz Sodré e Raque Paiva, bem como do pensador, Mikhail Bakhtin, que interpreta a obra de François Rabelais sobre a influência do grotesco na Idade Média. Rabelais é o primeiro a pensar o assunto, e constatou que o cerne do grotesco funcionava como um corpo social que se contrapunha ao corpo clássico ditado pelos cânones estéticos. Na modernidade, será visto como a imprensa sensacionalista fez uso de publicações grotescas para alavancar a venda de jornais e como Hitler o usou para promover a higienização estética do corpo alemão. Já na pós-modernidade, ele tem sido reverberado em um potencial jamais visto, no Facebook, através de publicações que têm levantado uma grande discussão na sociedade por envolver a banalização do indivíduo, em nome da necessidade de aparecer.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Comunicaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO::JORNALISMO E EDITORACAOpt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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