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dc.contributor.advisorTrouw, Rudolph Allard Johannes-
dc.contributor.authorTavares, Felipe Mattos-
dc.date.accessioned2018-07-03T12:31:45Z-
dc.date.available2018-07-05T03:00:20Z-
dc.date.issued2005-12-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11422/4181-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMegasseqüência Andrelândiapt_BR
dc.subjectMetamorfismopt_BR
dc.subjectEvolução tectônicapt_BR
dc.titleMapeamento geológico na escala 1:50.000 da área a leste da cidade de Baependi, MGpt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6311422476235499pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7069253568713697pt_BR
dc.contributor.referee1Ribeiro, André-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0217055111543883pt_BR
dc.contributor.referee2Medeiros, Felipe F. F.-
dc.description.resumoA geologia do sul do estado de Minas Gerais possui grande complexidade evolutiva. Trata-se de um embasamento arqueano-paleoproterozóico e uma cobertura de sucessões metassedimentares meso-neoproterozóicos estruturados no contexto de uma zona de interferência entre as Faixas Brasília e Ribeira, ambas de idade Brasiliana. O presente trabalho se refere ao mapeamento de uma área a leste da cidade de Baependi, sul de MG. Foram reconhecidas três unidades de mapeamento principais, correlacionadas à Megasseqüência Andrelândia: biotita gnaisse (Na1+2), biotita xisto (Na5) e granada muscovita xisto (Na6). A presença de xistos transicionais entre as unidades Na5 e Na6 e variações laterais de fácies indicam que o contato entre ambas é ao menos em parte gradacional. Há registro de três fases deformacionais na área estudada: as duas primeiras são progressivas (D1+D2) e geraram a foliação principal, lineações e dobras fechadas a isoclinais; a terceira fase (D3) causou ondulações e dobras abertas a apertadas, reorientando estruturas anteriores. Indicadores cinemáticos sugerem transporte tectônico para E ou NE, em um regime compressional E-W durante D1+D2 e para NNW, a partir de compressão NNW-SSE durante D3. No sul da área há um sinclinal D3 que redobra estruturas D1+D2, resultando num padrão de interferência em laço entre os dobramentos. Em termos de metamorfismo, definiram-se na área dois eventos superpostos. O primeiro (M1), de pressão relativamente alta e temperatura moderada, resultou em uma assembléia mineral característica de fácies anfibolito médio a alto. A presença de corpos mapeáveis de uma associação de xistos e gnaisses anatéticos (Na6a) indica fusão incipiente para leste. A ocorrência de nódulos de retroeclogito no nordeste da área (Na6r), associado à evolução de M1, indica que pelo menos parte das rochas mapeadas passou por campos de pressão muito mais elevados. O segundo evento (M2), de pressão mais baixa, foi o responsável pelo crescimento de sillimanita em desequilíbrio com cianita do primeiro evento. As fases D1+D2 são temporalmente correlacionáveis ao evento M1 e são associados à evolução da Faixa Brasília. A fase D3 é correlacionável a M2 e estão ligados à evolução da Faixa Ribeira.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFRJpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIA::GEOTECTONICApt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
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